O que é constipação intestinal?

O “intestino preso” ou prisão de ventre, a Constipação intestinal, é um distúrbio corriqueiro que tem como característica a dificuldade de defecar. É importante salientar que não há uma classificação para a assiduidade de ir defecar, mas a frequência correta vai de três a doze vezes por semana.

O quadro passa a ser considerado prisão de ventre a partir do momento em que acontecem menos de duas evacuações na semana ou quando o esforço para evacuar é muito grande e com pouca produtividade.

Comumente as pessoa afirmam não conseguir defecar em ambientes desconhecidos, ou quando estão fora da rotina ou estressadas, situações estas que não costumam durar um longo período, já que logo que o individuo retorna as suas atividades rotineiras a constipação desaparece.

A constipação é frequente em mulheres, em fases como a gravidez, nos idosos e em crianças.

As principais causas de prisão de ventre tendem a ser: dietas que contenham poucas fibras, ingestão rasa de líquidos e frutas, sedentarismo e a ingestão de proteína animal. Além do consumo de alimentos com muita gordura, ou industrializados. Outra situação que acomete o funcionamento dos intestinos é não evacuar no momento em que a vontade vem e segurar, situação que as mulheres passam muitas vezes, por isso a constipação é tão comum nesse sexo.

O “intestino preso” é relacionado a enfermidades que acometem o cólon e o reto, como hemorróidas, fissuras anais e o câncer colorretal. E também pode surgir pelo uso de alguns remédios e por alterações do mesmo no metabolismo.

Algumas alterações mentais também levam a prisão de ventre, como o estresse, a depressão e a ansiedade.

Os sintomas podem variar de acordo com a pessoa e do grau da crise, mas os mais comuns são: quantidade menor de evacuações, dificuldade para defecar (ressecamento), sensação de intestino cheio, desconforto, inchaço abdominal, mal-estar, gases e distúrbios digestivos.

Para realizar o diagnóstico é aconselhável levantar o histórico médico paciente e realizar alguns exames. Exames laboratoriais como o hemograma e exames de imagem (que detectam sangue nas fezes) e a colonoscopia são de suma importância para conhecer os motivos do distúrbio e realizar um diagnóstico certeiro.

É necessário salientar que a prisão de ventre é um sintoma e não uma enfermidade, por isso realizar um tratamento adequado é essencial para corrigir as causas deste distúrbio. Ao mudar os hábitos do dia-a-dia, com uma maior ingestão de fibras, frutas, suplementos com fibra e realizando exercícios diárias, além da ingestão frequente de água, já é possível sentir uma melhora nos sintomas, impedindo novas crises.

Em alguns casos pode ser necessário o uso de supositórios e de lavagens intestinais para ajudar na defecação, mas é necessário alertar que com supervisão médica, seguindo a risco o que é indicado.

As principais recomendações para estes casos é ir ao banheiro sempre que tiver vontade, evitar o álcool, já que desidrata as fezes, controlar o estresse e a ansiedade, e ao notar qualquer mudança nas fezes procure por um médico, com isso evitar problemas maiores.

 

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