No primeiro semestre desse ano locação de veículos cresceu 19%

O estado de São Paulo é onde a procura pela locação de veículos é maior segundo pesquisa realizada por empresas especializadas em comparação de preços. “Esta primeira edição do levantamento nos mostrou que, apesar das dificuldades macroeconômicas, a procura por locação de automóveis cresceu, ou seja, o consumidor não deixou de viajar. Por outro lado, esta mesma pessoa não abriu mão de pesquisar as melhores opções, tornando a decisão mais racional ao aliar boas opções, que lhe permite comparar e escolher a que mais se encaixa dentro de sua expectativa, e preço mais baixo”, explicou Vivian Almeida, diretora comercial da Rentcars.

Os modelos compactos e econômicos são os mais procurados constatou a pesquisa tendo um índice de locação de 49% e 24%. Os da categoria intermediário estão com 9% das locações o restante com 17%, permanecendo as mesmas relações do ano passado, que o levantamento mostrou que os compactos foram locados em 53% do total, os econômicos 22% e o restante 12%.

Nos outros países o consumidor tem em sua preferência com 49% das locações totais, os econômicos 18% e os intermediários 15%. No ano anterior a última pesquisa eles representavam 47% as categorias econômicas, 20% os intermediários e 17% os compactos.

O estado de São Paulo contabiliza a maior procura na locação de veículos, e sozinha corresponde a 15% do total da demanda do país, somente nos primeiros 6 meses. Em seguida vem o Rio de Janeiro com 12% e Porto Alegre com 10%. O Recife conta apenas com 6% do total das locações, “Os números apontam oportunidades de crescimento não só na capital paulista, mas, também, no mercado brasileiro”, disse Vivian.

Em Orlando as locações chegam a 19%, em Miami 18% e se destacaram na procura pela locação de veículos. Lisboa ficou com 7% do total, Los Angeles 5% e Las Vegas 3%.

A pesquisa foi realizada pela Rentcars, comparadora de preços de locação de automóveis que mostrou um crescimento de 19% nas locações nos primeiros seis meses do ano no país. Nos outros países a porcentagem foi de 97% com média de crescimento de 34% relacionada ao ano passado

 

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