As forças aéreas americanas e sul-coreanas realizam manobras dois dias depois da Coreia do Norte lançar míssil

As forças aéreas americanas e sul-coreanas fizeram manobras no final de agosto, simulando bombardeios sobre supostos alvos norte-coreanos, em um local que fica perto da fronteira entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte, com a intenção de mostrar força, depois que o líder norte-coreano Kim Jong-un, lançou um míssil que atravessou parte do território japonês e caiu a uma distância de 1.180 quilômetros da ilha japonesa de Hokkaido, no oceano Pacífico.

O exército sul-coreano informou que esse exercício junto com os americanos, foi feito com o objetivo de advertir à Coreia do Norte, e contou com a participação de alguns caças da Coreia do Sul e de bombardeiros americanos.

O comandante da Coreia do Sul, Won In-chul, declarou à uma agência local, que esse exercício comprova a total resolução dos aliados em combater essas atitudes de Kim Jong-un, que ameaçam a paz não somente dos países vizinhos, mas do mundo em geral.

Diversos bombardeiros de longo alcance dos Estados Unidos, e caças do Japão que ficam na ilha de Guam, participaram dessas manobras, o que demonstra um grande poder bélico existente nesses países.

Foi na província sul-coreana de Gangwon, que está localizada na região nordeste do país e que fica perto da fronteira com a Coreia do Norte, que aconteceram essas manobras simulando ataques com precisão, em locais que são considerados instalações-chave dentro do território norte-coreano.

Esses exercícios foram feitos somente dois dias depois que Kim Jong-un, fez esse último teste com o míssil balístico, que atravessou o território japonês, e foi realizado no mesmo dia em que Seul e Washington, resolveram essas grandes manobras militares que são feitas anualmente Ulchi Freedom Guardian.

Kim Jong-un considera que os exercícios feitos pelos militares americanos e sul-coreanos, e que algumas vezes também incluem os militares japoneses, são uma simulação de uma possível invasão ao país norte-coreano, fazendo com que o líder da Coréia do Norte, justifique os seus testes com mísseis usando isso como pretexto.

Esse último lançamento do míssil balístico, que foi em direção ao Oceano Pacífico e que atravessou o Japão, se caracterizou como uma espécie de aviso para os Estados Unidos, e foi um prenúncio de um possível ataque norte-coreano,  à ilha de Guam.

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