1ª entrevista: como se portar?

O desemprego tem crescido de maneira substancial no Brasil desde 2014. Mesmo que com as mudanças econômicas no país, o número de desempregados entre os jovens, ainda é grande.

Se formos pensar em todos os fatores para conseguir um primeiro emprego, é realmente complicado. Afinal, você não tem experiência, muitas vezes não tem cursos complementares e não tem idade também, muitas vezes, por isso, te daremos algumas dicas.

O jovem possui energia e força de vontade,o que já são pontos muito positivos. Entretanto, é preciso qualificar-se e possuir um diferencial dos outros jovens, por isso, Existem inúmeros cursos gratuitos na Internet e até mesmo presenciais, instituições como o SENAC e o SENAC oferecem cursos gratuitos. Além disso, cursos de idiomas e de informática fazem toda a diferença no currículo.

Porém, uma das partes que são mais importantes e as pessoas esquecem frequentemente é a entrevista. Mas, afinal, qual a importância da entrevista? Além de ser nela que você pode ser contratado ou não, isso é claro, é neste momento que a empresa te conhece e por isso é imprescindível passar uma boa impressão.

Ao ser chamado para uma entrevista, você deve pensar na roupa, no perfume, no que falará, quais são os seus pontos fracos e fortes, o que falará do seu currículo e tudo o mais. Por isso, se prepare, principalmente se for sua primeira entrevista. Como existem inúmeros jovens buscando por uma chance no mercado de trabalho, você tem de se destacar de alguma maneira, por isso, a maneira que você se portar e posicionar fará toda a diferença. Escolha uma roupa confortável, porém, discreta. Evite utilizar perfumes muito fortes (já que algumas pessoas tem alergia); e brincos ou relógios muito espalhafatosos, prefira por discrição. Evite utilizar palavras de baixo calão ou gírias; leve mais de um exemplar do seu currículo e canetas. Além disso, pense antes no que você pode falar sobre o seu currículo, o que é mais importante, quais foram suas melhores experiências; suas melhores experiências; seus hobbies; um defeito seu e uma qualidade. O foco não é ir com um texto decorado e parecer um robô, porém, são perguntas que serão feitas e já ter se questionado um pouco sobre estes pontos, o fará responder de uma maneira melhor quando perguntado.

Ministério da Solidão irá lidar com problemas ligados a solidão na Inglaterra

Um novo cargo foi criado pelo governo de Theresa May, que marcou a história britânica com a criação do Ministério da Solidão, e nomeou Tracey Crouch, ex-ministra dos Esportes ao cargo de ministra da Solidão. A divulgação da notícia foi oficializada no dia 17 de janeiro deste ano, confiando que o novo ministério irá conseguir buscar soluções para o problema da depressão e outras doenças relacionados com a solidão que atinge milhões de britânicos todos os anos.

A nova ministra da Solidão tem 42 anos e disse que está confiante para assumir o seu papel diante do novo cargo, e está pronta para enfrentar o desafios e problemas relacionados com os aspectos da solidão e seus reflexos como um todo. O chamado “desafio geracional” é assim denominado pela ministra como a depressão e outras doenças relacionadas que afetam milhões de pessoas no Reino Unido, abrangendo várias faixa etárias.

A líder do governo britânico Theresa May, explicou que um Comitê de Solidão, um órgão já existente antes da criação do Ministério da Solidão, irá auxiliar o papel do ministério em busca de alternativas efetivas para lidar com este problema no país. O papel de empresas privadas e organizações não governamentais, também será importante para que as estratégias sejam mais efetivas nesta luta.

Dados de um relatório divulgado em 2017, apontaram para o impacto negativo que o problema de ordem mental tem sobre a saúde, podendo ser semelhante ao impacto negativo gerado por 15 cigarros no mesmo dia, e tende a ser pior em pessoas com idade mais avançada, principalmente nos idosos com mais de 75 anos.

Em todo o Reino Unido, as estimativas são de que 50% dos cidadãos com mais de 75 anos estão vivendo sozinhos, passando muito tempo longe de interação social. A nova ministra disse que um fundo de investimento será criado com o intuito de possibilitar que as ações necessárias possam ocorrer em um futuro próximo. A ministra diz que a criação de várias bibliotecas e de centros de lazer serão uma das estratégias que irão ajudar a lidar com este problema no país.

“Sabemos que há um impacto real da solidão nas pessoas, seja no bem-estar mental ou na saúde física, mas isso se estende para outros aspectos da sociedade, e desejamos lidar com este desafio”, informou a ministra da Solidão.

Felipe Montoro Jens reporta convênio firmado entre BNDES e BID para nova linha de crédito

Um convênio firmado entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), em novembro passado, promoverá a abertura de uma nova linha de crédito condicional. Ao todo, a parceria disponibilizará US$ 2,4 bilhões, noticia Felipe Montoro Jens, Especialista em Projetos de Infraestrutura.

O objetivo do acordo é permitir o financiamento de projetos oriundos da iniciativa privada, a médio e longo prazo, nos seguintes setores: sustentabilidade energética, infraestrutura e suporte a projetos inovadores em médias e pequenas empresas. Além disso, de acordo com informações veiculadas na imprensa pelo BNDES, um contrato de empréstimo no valor de US$ 900 milhões já foi assinado e será direcionado para o Programa de Financiamento para Energia Sustentável. Este é o primeiro repasse do convênio e conta com US$ 750 milhões provenientes do BID e US$ 150 milhões originários do BNDES. Os recursos deverão subsidiar projetos voltados à energia eólica, reporta Felipe Montoro Jens.

Sobre o BNDES

Com mais de seis décadas de operação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é considerado uma das maiores instituições financeiras, entre as dedicadas ao desenvolvimento social, em todo o mundo. Conforme destaca Felipe Montoro Jens, o BNDES, nos últimos anos, tem sido um dos principais mecanismos do Governo Federal para custear investimentos e financiamentos a longo prazo em diversos setores da economia nacional.

Segundo a própria homepagedo BNDES, o órgão “confere apoio aos empreendedores brasileiros, independentemente de seu porte (até mesmo pessoa física), para que seus planos de crescimento, modernização ou realização de novos negócios possam ser efetivados, prezando sempre a criação de empregos, aumento da renda e consequente desenvolvimento do país”.

A assistência proveniente do BNDES pode ocorrer de diversas formas, contudo, os principais meios de suporte são: investimentos e financiamentos; aumento de capital a partir de valores mobiliários (subscrição); concessão de garantias e destinação de recursos (não reembolsáveis) a programas sociais, esportivos e culturais, ressalta Felipe Montoro Jens.

Sobre o BID

O site oficial do Banco Interamericano de Desenvolvimento revela que a instituição, concebida em 1959, tem como principal missão a melhoria da qualidade de vida das populações do Caribe e América Latina: “Prezamos pela melhoria da saúde, infraestrutura e educação por intermédio de suporte técnico e financeiro às nações que lutam pela redução da desigualdade e pobreza. A nossa obrigação é elevar o desenvolvimento social de maneira ecológica e sustentável”.

O BID mantém parcerias com outras instituições, de modo a compor o Grupo BID. Além do Banco Interamericano de Desenvolvimento, constituem o Grupo: o Fundo Multilateral de Investimentos (Fumin) e a Corporação Interamericana de Investimentos (CII). Entre os atuais propósitos de intervenção do Grupo estão compreendidos alguns desafios: melhorar as taxas de crescimento econômico e os níveis de igualdade e inclusão social.

Além disso, outras metas do Banco Interamericano de Desenvolvimento incluem: fornecer provisões às carências das nações mais vulneráveis, possibilitar o desenvolvimento a partir da iniciativa privada, além de fomentar a integração regional, reporta o Especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Exportações do agronegócio somam 96 bilhões de dólares

41,1% das exportações brasileiras segundo o Ministério da Agricultura vieram do agronegócio, gerando para o setor uma receita de 96 bilhões de dólares. Isso representa um crescimento de 13%, levando-se em conta o ano de 2016, sendo que a seção de grãos teve um maior volume de vendas que os outros em termos de exportação, contabilizando uma receita para o setor na casa de 25.71 bilhões de dólares.

Em segundo no quesito exportação veio o ramo de carne que teve um aumento de 8,9% comparando-se com 2016, gerando um volume de vendas de 15,47 bilhões de dólares.

As vendas de carne do Brasil para exterior só não foi melhor porque foi surpreendida por um acontecimento que prejudicou muito o setor, “operação carne fraca”, onde a Policia Federal comandou uma megaoperação, para descobrir uma serie de inflações cometidas por Frigoríficos e funcionários do Ministério da Agricultura.

Na operação foram presos 35 pessoas restando ainda 2 que conseguiram fugir. O Ministério da Agricultura puniu 33 funcionários que participavam das atividades ilegais, que consistia no recebimento de suborno para fazer vista grossa a inúmeras irregularidades. O Ministro lamentou muito o evento.

O Ministro da Agricultura, Blario Maggi demonstra muito otimismo para o volume de exportações no ano de 2018. Confiante afirma que será bem melhor que em 2017. Para atingir esse objetivo o Ministro tem como estratégia uma investida direcionada para o mercado asiático. Segundo Maggi “A Ásia é um mercado grande por causa da China: 51% da população mundial vive na Ásia e é a economia que mais tem crescido. A renda da população daquela região cresce rapidamente”. Dessa forma é um público consumidor que merece atenção especial.

Um mercado que ficou sem nenhuma comercialização no segundo semestre de 2017, foi o de carne in natura como os Estados Unidos, que no período encerraram os negócios no setor com o Brasil.

Blario Maggi tem trabalhado para que o fornecimento seja reestabelecido, as combinações preliminares de maior relevância já foram acordadas, e não há nenhum impedimento político para que a comercialização aconteça, a perspectiva do Ministro é que tudo seja acordado até o mês de abril.