Exportações do agronegócio somam 96 bilhões de dólares

41,1% das exportações brasileiras segundo o Ministério da Agricultura vieram do agronegócio, gerando para o setor uma receita de 96 bilhões de dólares. Isso representa um crescimento de 13%, levando-se em conta o ano de 2016, sendo que a seção de grãos teve um maior volume de vendas que os outros em termos de exportação, contabilizando uma receita para o setor na casa de 25.71 bilhões de dólares.

Em segundo no quesito exportação veio o ramo de carne que teve um aumento de 8,9% comparando-se com 2016, gerando um volume de vendas de 15,47 bilhões de dólares.

As vendas de carne do Brasil para exterior só não foi melhor porque foi surpreendida por um acontecimento que prejudicou muito o setor, “operação carne fraca”, onde a Policia Federal comandou uma megaoperação, para descobrir uma serie de inflações cometidas por Frigoríficos e funcionários do Ministério da Agricultura.

Na operação foram presos 35 pessoas restando ainda 2 que conseguiram fugir. O Ministério da Agricultura puniu 33 funcionários que participavam das atividades ilegais, que consistia no recebimento de suborno para fazer vista grossa a inúmeras irregularidades. O Ministro lamentou muito o evento.

O Ministro da Agricultura, Blario Maggi demonstra muito otimismo para o volume de exportações no ano de 2018. Confiante afirma que será bem melhor que em 2017. Para atingir esse objetivo o Ministro tem como estratégia uma investida direcionada para o mercado asiático. Segundo Maggi “A Ásia é um mercado grande por causa da China: 51% da população mundial vive na Ásia e é a economia que mais tem crescido. A renda da população daquela região cresce rapidamente”. Dessa forma é um público consumidor que merece atenção especial.

Um mercado que ficou sem nenhuma comercialização no segundo semestre de 2017, foi o de carne in natura como os Estados Unidos, que no período encerraram os negócios no setor com o Brasil.

Blario Maggi tem trabalhado para que o fornecimento seja reestabelecido, as combinações preliminares de maior relevância já foram acordadas, e não há nenhum impedimento político para que a comercialização aconteça, a perspectiva do Ministro é que tudo seja acordado até o mês de abril.

 

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