Loja Decathlon Paulista completará 2 meses de funcionamento em Agosto

As vésperas de completar dois meses de existência desde sua inauguração realizada no dia 06 de junho de 2018, a empresa Decathlon que em Junho inaugurou sua 25ª loja no Brasil e a 6ª localizada na Capital de São Paulo, mostra que veio para ficar.

Situada na Avenida Paulista o coração de São Paulo, pode-se notar que já possui várias notícias em diversas mídias impressas e digitais sua inauguração, pois é uma loja que mantém o DNA das demais lojas já existentes, que disponibilizam diversos produtos, acessórios esportivos para todas as idades e classes sociais existentes nessa metrópole paulistana.

Porém diferentemente das outras lojas, esta loja que no próximo dia 06 de Agosto completará 2 meses de existência tem um diferencial, que é compor sua gama em cerca de 98% com produtos exclusivos, que são idealizados, criados, produzidos, testados e vendidos apenas em suas lojas no Brasil e no Mundo; outra notícia bem interessante da loja é que ela veio para ser utilizada como uma espécie de laboratório esportivo para a empresa, pois na loja existem diversos setores que possuem áreas de teste dentro da loja, onde os esportistas (denominação utilizada pela empresa para citar sobre seus clientes) podem testar os produtos, além de que todos os vendedores lá possuem uma nomenclatura nova no Brasil, pois todos são chamados de Esporte Líderes, que simplesmente vem mostrar que as pessoas além de venderem, explicarem ou demonstrarem os produtos na loja, também são praticantes das mesmas modalidades que cuidam ou que também que praticam outros esportes, trazendo assim para os esportistas dicas e experiências naquele esporte ou que tenha conhecimento, que são mega bem-vindos e que muitas vezes acaba ajudando no processo de decisão no ato da compra.

Outra notícia bem interessante são as formas de pagamento aceitas pela loja, pois esta já aceita pagamentos via aplicativo para celular existentes em diversas empresas financeira, podendo pagar com essa modalidade digital e não somente com cartão físico de débito ou crédito; esta unidade esta localizada na Av. Paulista, altura do número 854, dentro do complexo do Shopping Top Center.

Condomínios vêm subindo mais que aluguéis, chegando a ultrapassá-los, em alguns casos

Em situações normais, esperaríamos uma situação padrão, dentre as notícias do segmento imobiliário, de aluguel mais caro que o condomínio, sendo esse segundo um complemento ao primeiro, formando uma despesa mensal de todos os condôminos. Todavia, não vivemos em tempos tão normais assim, pelo contrário, ainda não saímos da crise e os preços das coisas só fazem aumentar, inclusive o preço dos condomínios. Uma subida tão considerável, frente à que tiveram os aluguéis, que chegou a 28%, no comparativo do início de 2015 com junho de 2018, enquanto fora de 15,8%, o aumento dessa outra despesa nesse mesmo período.

Dito tudo isso, podemos trazer constatações de uma realidade avessa, certas vezes, ao que seria o mais comum dentre as notícias relacionadas, padrão esse já citado no início do texto. Afinal, não é mais tão raro encontrar, como no caso do bairro de Higienópolis (São Paulo capital), apartamentos que, com seus 140 metros quadrados, custam R$ 1.540 para alugar, mas trazem consigo a despesa adicional e indispensável de um condomínio 62,34% mais caro que esse aluguel, com seus mais R$ 2.500 no orçamento mensal, formando então R$ 4.040. Uma situação, convenhamos, prejudicial ao mercado imobiliário, não faltando exemplos que se assemelhem em algum nível, mas também não sendo ainda uma regra geral, pois podemos citar, inclusive, a situação inversa de um apartamento a duas quadras do anterior, também de 140 metros quadrados. Nesse, especificamente, o aluguel segue mais caro que o condomínio de fato. E para sermos mais precisos, está mais de 2 vezes (227,15%), com sua cobrança de R$ 3.000 frente a um condomínio de R$ 917. Assim sendo, e considerando-se que ambos os exemplos eram de apartamentos com estado de conservação similar, detendo, também ambos, três dormitórios e três banheiros, além de uma vaga na garagem e estado semelhante de conservação, nós podemos perceber que, para se manterem com preços consecutivos, os que possuem um condomínio mais barato, podem cobrar um aluguel mais caro. De fato, se formos comparar em detalhes, veremos que o aluguel do segundo consegue ser quase o dobro do primeiro (94,8%), ganhando muito mais, portanto, o alugador, sendo o preço final na despesa mensal, para o locatário, quase a mesma (R$ 3.917 versus R$ 4.040).