Donata Meirelles aponta algumas tendências da alta costura incorporadas ao vestuário casual

A capital francesa recebe inúmeros visitantes quando da realização da Paris Fashion Week. Dentre as pessoas que mais são vistas por lá, modelos, estilistas e entendedores de moda são as mais frequentes. Atuando há anos no meio, a empresária Donata Meirelles é uma das que não perdem o evento anual. Ela busca conciliar o que é exposto nas passarelas com o que se torna viável usar no dia-a-dia.

Donata Meirelles destaca que assim que a PFW chega ao final, é o momento de se colocar em prática as principais tendências que foram apresentadas no evento. Ocorrendo de forma cada vez mais democrática, a moda pode ser utilizada de diversas formas, explica a empresária. Desse modo, ela esclarece que uma mesma tendência pode ser utilizada por pessoas com estilos completamente diferentes, podendo gerar composições de peculiar beleza, em qualquer um dos casos.

Uma das tendências mais expressivas da PFW, conforme destaca a empresária brasileira, é o blazer. Antigo conhecido de várias décadas, ele já foi exibido em diversas modelagens e estampas. A novidade de 2019, contudo, consiste na proposta de empregar a peça como se fosse um vestido. Para isso, é necessário que o blazer em questão tenha comprimento maior do que aquele que se costumava ver em outros anos. A combinação com cintos também foi vista como algo que pode ser utilizado ao longo do ano.

Apesar de ser considerado como algo de grande ousadia por uns, o brilho metalizado foi listado como uma forte tendência de moda. Para Donata Meirelles, esse tipo de brilho, antes restrito às ocasiões de gala, poderá ser utilizado em roupas de inverno e de verão. Em países frios, onde as peças são mais pesadas, será comum ver tal tendência em casacos, por exemplo. Já no Brasil, há indicação para se emprega-la em peças mais leves.

Os desfiles de moda, sobretudo aqueles realizados na PFW, não se restringem em trazer ao conhecimento do público o que será tendência no vestuário. Os óculos, por sua vez, recebem grande destaque nessas ocasiões. Em se tratando de óculos de sol, os modelos conhecidos como “máscaras” foram o que mais se destacaram. A empresária pontua que se trata de uma releitura de alguns itens que foram moda na década de 1990.

Encontrar novas formas de utilizar peças clássicas em combinações com outras mais casuais, tendência conhecida como “sporty chic”, foi considerada algo que será bastante visto nas ruas. Donata Meirelles noticia que diversas blogueiras já apostam nesse estilo de se vestir, o que dá fortes indícios de que tal tendência possa ser bem recebida pelo público de uma maneira geral.

O jeans também marcou presença na PFW. Neste ano o uso desse tipo de tecido surgiu em mais de uma peça no mesmo look. Apesar de vários tipos de lavagem estarem em alta, a que mais chamou a atenção foi aquela em que as peças ficam como se algum ácido tivesse sido lançado sobre a cor, formando algumas manchinhas peculiares. Tal lavagem recebe o nome de “Acid Jeans”, finaliza a empresária.

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Cientistas criam robô que ajuda pessoas com deficiência motora no dia a dia

Um novo projeto tecnológico ligado ao sistema de interface de realidade expandida, conhecido como simuladores de realidade virtual, consegue ajudar pessoas com deficiências motoras de vários tipos, inclusives pessoas com graves deficiências a operar robôs que oferecem tarefas domésticas comuns. Tarefas simples como se alimentar ou tarefas de higiene pessoal agora podem ser realizadas por robôs controlados diretamente pelo deficiente.

Uma interface que pode ser acessada junto a web apresenta uma visão do ponto de vista do robô e pode ser vista pelo deficiente por meio de um equipamento frente ao seu rosto. Estamos falando de um robô humanoide capaz de desempenhar funções controladas diretamente pelo usuário da interface. As notícias sobre esse novo estudo foram divulgadas na revista Plos One e logo em seguida em sites relacionados com o assunto.

“Nossos resultados sugerem que pessoas com déficits motores profundos podem melhorar sua qualidade de vida usando um corpo robótico. Nós demos o primeiro passo para tornar possível para alguém comprar um tipo apropriado de robô, tê-lo em sua casa e obter benefícios reais dele”, disse Phillip Grice, principal autor do projeto e membro do Instituto de Tecnologia da Geórgia.

“Nosso objetivo é dar às pessoas com acesso limitado aos corpos o controle a corpos robóticos para que possam interagir com o mundo de novas maneiras. Em comparação com pessoas fisicamente capazes, as capacidades do robô são limitadas. Mas os participantes foram capazes de realizar tarefas que nunca fariam devido a doença de forma eficaz e mostraram melhora em uma avaliação clínica que mediu sua capacidade de manipular objetos em comparação com o que eles teriam sido capazes de fazer sem o uso do robô”, explicou Grice.

O equipamento produzido por Grice e sua equipe é chamado de PR2, sendo um robô humanóide com rodas, dois braços, cabeça, apto a manipular objetos com precisão, como segurar um copo de água, pentear cabelo e ainda vem equipado com um barbeador elétrico, além do equipamento que ficará frente ao rosto do usuário.

O PR2 ainda deve passar por mudanças para reduzir o seu tamanho de forma significativa para que os custos não sejam elevados comercialmente falando. Ou seja, no momento um robô com o óculos de realidade expandida e o treinamento voltado ao deficiente possuem custos extremamente elevados para tornar-se algo difundido e estar na casa de todos que realmente necessitam.

Definir objetivos de marketing e medir o sucesso

É importante ter objetivos e metas claros ao criar um evento. Você precisa ter uma ideia clara do trabalho a ser realizado, suas metas e o que você pretende ganhar com o evento, caso contrário, você corre o risco de ter baixa presença e não conseguir medir o resultado do seu evento com base nos KPIs.

Como mencionamos no início, é importante ter metas claras sobre o que você deseja obter de um evento; Isso permitirá que você avalie mais tarde como foi bem sucedido. Medir os resultados dos eventos pode ser complicado, pois muito do valor pode parecer abstrato em comparação com outros esforços de marketing, onde você gasta X e obtém Z. Algumas áreas importantes que são úteis para medir são engajamento social geral, resultados de formulário de feedback, geração de leads e upsells de clientes, claro, sempre dependentes de quais são seus objetivos.

Uma vez que você tenha tudo pronto para criar um plano de marketing e economia para eventos, faça marketing do seu evento, esta seção irá guiá-lo pelos fundamentos do marketing por e-mail e mídia social quando se trata de promover seu evento e como você pode continuar a comercializar e após o evento para os participantes e não participantes.

Quando a página do evento estiver configurada, é hora de entrar em contato e convidar seu público ideal. O marketing direto por e-mail é uma das maneiras mais eficazes de fazer isso, portanto, depois de ter uma boa lista de pessoas que você deseja convidar, comece a digitar.

Você precisa romper o ruído e se destacar de outros e-mails na caixa de entrada do destinatário. Invente uma linha de assunto que provoque sentimentos, faça uma pergunta, mencione o nome da pessoa, inclua números; Todas essas estratégias provaram aumentar a taxa de abertura. Seja qual você escolher, se destaque da multidão.

Não escreva um email super longo. Inclua as principais informações essenciais, como título, local e data, juntamente com uma descrição curta, mas atraente. Você pode ficar tentado a escrever tudo o que está acontecendo, mas isso vai contra você, focar em garantir que sua proposta de valor seja claramente comunicada.

O dia e o horário ideais dependem de quem você está buscando. Faça alguma pesquisa sobre o que é melhor para o seu grupo-alvo, por exemplo, é melhor enviar e-mail durante o horário de trabalho ou no fim de semana?

“Bafômetro” para detectar o câncer? Cambridge acredita que sim!

Um aparelho similar ao “bafômetro” conhecido pelos motoristas pode ser o responsável pela próxima grande inovação na área do combate ao câncer. Ele seria capaz de permanentemente alterar a maneira como pensamos a detecção precoce da doença.

Trata-se de uma tecnologia em fase de testes na Universidade de Cambridge, pela equipe do instituto Cancer Research UK, a qual elegeu a pesquisa nesta área como uma das suas prioridades máximas; a ideia é estudar mais de 1,500 amostras para se provar a eficácia do dispositivo. Entre os pacientes a participarem dos testes estão portadores da doença, portadores de enfermidades relacionadas, além de pessoas saudáveis – estas últimas como parte de um grupo de controle.

A grande promessa do novo equipamento é detectar rastros químicos característicos da doença na respiração do paciente (ideia essa já pesquisada pela ciência há algum tempo, e apenas agora sendo levada às últimas consequências na área do câncer). Os testes são promissores, uma vez que tal tecnologia seria capaz de facilitar em grande medida os esforços da comunidade médica de detecção precoce de um ou mais tipos de câncer de modo sem precedentes caso a mesma possa se provar eficaz. Ela terá de cumprir requisitos rigorosos para atingir um público massivo com baixa chance de imprecisão nos resultados.

Enquanto os testes iniciais estão sendo realizados em pacientes com suspeitas de câncer no estômago e esôfago, diversos outras manifestações cancerígenas, como na bexiga e nos rins, também terão sua vez na pesquisa do novo método de avaliação. Infelizmente, não há certeza, por ora, de quando – ou mesmo se – teremos notícias do “bafômetro” tornando-se uma ferramenta disponível aos clínicos-gerais ao redor do globo. Para que aconteça, os testes precisarão se mostrar bem-sucedidos no longo prazo. Este tipo de pesquisa é passível de durar anos antes que seus frutos comecem a aparecer; os resultados, porém, têm a capacidade a ser mais permanentes ainda.

Ganhando a confiança do Google

Considerando a importância de uma alta classificação de notícias no Google e o fato de que você precisa ter a confiança do Google para aparecer de forma relevante em pesquisas orgânicas, se você realmente quer aprender SEO de verdade, a primeira coisa que precisa aprender é , digerir e entender os principais componentes da confiança do gigante de buscas.

Você abre um novo negócio e entra em uma agência bancária para solicitar um empréstimo. Você se senta com o gerente do banco, ansioso para saber por que sua empresa é uma ótima ideia e por que seria prudente, por parte do banco, emprestar-lhe o dinheiro. Você entra em campo e depois de 15 minutos de conversa, o gerente da filial olha desconfortavelmente para você.

Você se pergunta qual é o problema? Ele diz que seu negócio parece interessante, mas quando ele franze as sobrancelhas, ele pede os últimos dois ou três anos de finanças. Você pára por um momento, aparentemente perplexo. Você não tem finanças passadas, é por isso que você precisa de um empréstimo. O gerente do banco diz que precisa ver seu histórico antes que o banco possa lhe conceder qualquer tipo de empréstimo ou linha de crédito.

Obviamente, no mundo real, poderíamos oferecer uma garantia pessoal. Poderíamos pessoalmente assinar um empréstimo se nosso crédito fosse bom o suficiente ou fornecer garantia na forma de uma casa ou carro ou algo substancial o suficiente para garantir um empréstimo. Mas no mundo virtual, não podemos fazer isso. Não é tão simples quanto co-assinar um empréstimo.

A confiança do Google é construída ao longo do tempo. Se você não tem a confiança do Google, entenda que será difícil conseguir isso. Não há mais nenhuma forma de confiança cega que existe. Se você é novo ou razoavelmente novo, o gigante das buscas vai olhar para você com algum elemento suspeito. Ele analisará todos os seus movimentos, verificando se você está tentando dobrar ou quebrar as regras de qualquer maneira possível.

No geral, existem três pilares de alto nível para a confiança do Google. É importante entender o que são e como eles influenciarão seu potencial de classificação. Embora haja mais de mais de 200 fatores de classificação que entram nos algoritmos atuais do Google, a base de cada um desses fatores de economia pode ser inserida em cada um desses pilares fundamentais.

Empresa fundada por Guilherme Paulus realiza a compra de companhias argentinas de turismo

Em setembro de 2018, a operadora CVC Turismo anunciou que acabara de formalizar a aquisição de outras duas organizações de nacionalidade argentina. Nos dois casos, entretanto, a compra foi de 60% de cada uma das empresas. Assim sendo, o empresário Guilherme Paulus esteve presente durante as transações, que movimentaram cerca de 14 milhões de dólares, em relação à Ola Transatlántica e mais de 5 milhões de dólares no que diz respeito à Biblos.

A situação econômica presente na Argentina foi, segundo Luiz Falco, que preside a CVC, uma circunstância que viabilizou a concretização das aquisições. Conforme explicou o executivo, a diretoria do grupo há tempos planejava comprar as companhias em questão. Em uma entrevista ao Valor Econômico, Falco afirmou que desde os primeiros meses de 2018 o assunto era pauta constante nas reuniões da CVC.

O empresário Guilherme Paulus explica que o fato da CVC ter conseguido comprar as empresas argentinas é algo que acrescenta valor ao grupo. Na ocasião das transações o executivo já respondia pela presidência do Conselho Administrativo e pontuou que a companhia passou a ter caráter internacional. Luiz Falco, por sua vez, salientou a informação de que no balanço financeiro da empresa brasileira já constariam as duas aquisições.

Após o aumento do patrimônio da CVC Turismo, fruto das compras em questão, Falco assinala que o retorno financeiro poderá atingir 17 bilhões de reais. Embora o segmento turístico possa sofrer consequências relacionadas à crise econômica enfrentada pela Argentina, o executivo da companhia acredita no caráter passageiro desse efeito. Vale ressaltar que o dinheiro argentino foi desvalorizado em 40% do seu valor, mas em relação ao setor de viagens o impacto não foi maciço, explica Falco.

O turismo voltado aos brasileiros tem sido praticado de forma mais barata. Foi o que afirmou Falco, ao explicar que esses turistas poderão encontrar preços até 50% mais em conta do que os habituais. Além disso, os cidadãos argentinos que se dispõem a viajar também se mostram beneficiados, uma vez que costumam atuar com dólares, ao invés de pesos argentinos, algo que seria mais rentável para o setor.

A companhia que teve como fundador o empresário Guilherme Paulus precisava, conforme esclareceu Falco, adquirir mais de uma empresa em solo argentino. Essa demanda seria necessária para que houvesse equilíbrio entre as estruturas da companhia no Brasil e na Argentina. Mesmo que o anseio por internacionalizar a CVC fosse antigo, a concretização dependeu da chegada das condições econômicas mais propícias para se fechar negócio, comentou o executivo.

Conforme veiculado pela revista Valor Econômico, os membros da diretoria da CVC têm a expectativa de que a companhia fique entre as três maiores da Argentina. Em razão da Ola Transatlántica e da Biblos, Falco espera que o volume anual de vendas chegue a ultrapassar o montante de 500 milhões de dólares, considerando-se todas as unidades da empresa.

Em relação ao turismo praticado por brasileiros, Falco destaca que a CVC terá maiores condições de oferecer preços melhores a esses turistas. O executivo vê no aumento da companhia, cujo Conselho Administrativo é presidido por Guilherme Paulus, uma maneira de apoiar companhias aéreas que atuam no Brasil e na Argentina. Ele também espera que um volume cada vez maior de pessoas possa desfrutar do que oferece o turismo em território argentino, sobretudo no que diz respeito aos viajantes de nacionalidade brasileira.