GIRL POWER: Indicações de séries feministas maravilhosas para você

O movimento feminista – que luta pela igualdade política e social entre homens e mulheres – tem ganhado cada vez mais espaço na mídia e nos meios de comunicação, além de ter se difundido de maneira categórica nas redes sociais. Pensando nisso, resolvemos listar séries, documentários e filmes que contam com mulheres reais, que passam por inúmeras situações do cotidiano com as quais nos reconhecemos e que contém um discurso feminista.

O documentário ‘She’s Beautiful When She’s Angry’, é um dos melhores do gênero, pois retrata a história do movimento feminista nos Estados Unidos na década de 60. Além disso, o documentário perpassa por manifestações e a ida das ruas de inúmeras mulheres, que, infelizmente, retratam em seus relatos e notícias alguns problemas enfrentados até hoje.

Já a série ‘What happened Miss Simone?’retrata a história de Nina Simone. Mulher; negra e que colecionai úmeros títulos: pianista, cantora, compositora e ativista pelos direitos civis dos negros.

Uma das principais indicações é a série ‘Girl boss’ – embora algumas pessoas ainda não gostem – que conta a história de Sophia Amoruso em sua busca ‘por si mesma’ em uma crise de existência aos vinte e poucos anos. Nesta busca, Sophia acaba criando a Nasty Gal e se tornando uma das empreendedoras de maior sucesso nos Estados Unidos.

O filme ‘Frida’ retrata a vida da pintora Frida Kahlo, um dos ícones feministas e uma mulher extremamente forte. Além de ser um dos principais nomes da histórica artística do México; e aclamada como pintora. O filme retrata desde a sua vida pessoal; seu acidente; sua vida profissional; os conflitos com seu marido, o também pintor Diego Rivera, e seus casos amorosos.

Já o recente filme ‘As Sufragistas’ retrata o início do século XX, em que as mulheres haviam passado anos lutando pelo direito ao voto de maneira pacífica, decidem tomar uma ação e militar de uma maneira diferente; quebrando vidraças e explodindo caixas de correio, para assim, chamar atenção a causa.

O filme ‘Malala’ retrata a vida da jovem feminista paquistanesa e ganhadora do prêmio Nobel da paz, Malala Yousafzai, um dos símbolos pelos direitos pelas garotas e o direito à educação antes e principalmente depois de ter sido caçada e atacada por um atirador talibã como parte da violenta oposição da organização à educação das garotas no Vale do Swat, no Paquistão.

Como ser saudável?

Para manter os cabelos e a pele sempre lindas existem alguns truques; tratamentos e rotinas maravilhosas. Porém, algumas pessoas esquecem de um fator muito importante para o bem estar; uma boa saúde e beleza: a alimentação.

Mesmo com todos os tratamentos, uma boa alimentação é imprescindível para a saúde e para a beleza. Porém com o dia-a-dia correndo, mas principalmente, com o pouco dinheiro que nos sobra depois de pagar as contas, é difícil se manter em uma dieta e em uma alimentação regrada.

Entretanto, especialistas e consultores afirmam que manter uma alimentação saudável pode ser mais fácil do que parece. E tudo começa por mudanças nos hábitos. Por exemplo, quando você vai a um supermercado, você tem de se planejar, para assim, não ir comprando tudo por impulso e assim acabar comprando inúmeras coisas que farão só você gastar mais e ganhar algumas calorias a mais. Por isso, quando for ao supermercado, faça uma lista com o que precisa; pesquise os preços, afinal, economizar é o foco; evite alimentos enlatados e industrializados de uma manei geral. Só assim você já economizará bastante e terá uma alimentação melhor.

Uma outra opção é deixar os alimentos prontos e frescos. Até mesmo os temperos, como o orégano; pimenta e manjericão frescos são mais baratos e ainda são mais saudáveis, então priorize os alimentos frescos e siga a risca aquele ditado ‘Descasque mais e desembale menos’. Porém, é preciso lembrar que não basta compra inúmeros alimentos e não usar não é? Por isso, nos fins de semana se programe para pensar no que você comerá durante a semana e assim, picar, lavar e deixar congelado (caso seja necessário) tudo o que você precisar. Assim, você se organizará mais e quando a preguiça ‘bater’ durante a semana, já estará tudo pronto e assim, você não cairá na tentação de comer besteiras.

Além disso, de prioridade a lanches naturais durante o intervalo das refeições. Na hora do lanche normalmente comemos bolachas e ou salgadinhos, e normalmente, o que queremos mesmo nessa hora é mastigar, por isso, priorize snacks saudáveis, como cenoura, bolachas integrais ou outros relacionados.

Fabricantes de celulares venderam menos, em 2018, mas lucraram mais

Normalmente, quando se fala, nas notícias, que as vendas caíram em um determinado setor mercadológico, o que se espera, como complemento, ou melhor, como consequência imediata, é uma proporcional queda na receita dos envolvidos nesse setor em questão. No entanto, o nosso mercado de celulares apresentou uma tendência avessa a essa lógica esperada: apesar do encolhimento em questão de volume, durante o ano de 2018, a receita cresceu. Sim, incrivelmente, com os dados da consultoria IDC, percebemos que menos celulares foram vendidos e, ainda assim, maior foi o lucro das empresas envolvidas. E são dados confiáveis, vale pontuar, tendo sido divulgados ainda no dia 7 de dezembro, pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Não paremos por aí, pois precisamos especificar: Foi exposta uma previsão, por parte deles, de que seriam vendidos, até o último dia do ano, 44,9 milhões de aparelhos, em média. Deste modo, com tal cálculo feito, e frente aos 47,7 milhões de aparelhos vendidos durante o ano anterior, 2017, notou-se então uma queda de 6%.

Afinal de contas, o que fez a lógica se inverter? Esta é a questão! Pois saiba que o segredo está no aumento do valor geral desses dispositivos… simplesmente isso! E não é, de fato, muito difícil deduzir o porquê, já que os celulares da atualidade têm ganhado mais e mais recursos que os encarecem, sejam as câmeras, sejam as memórias. Nesse processo, talvez sem muita percepção por parte dos consumidores, a receita dos fabricantes foi ampliada em 4%.

Teses sobre o contexto foram surgindo, a exemplo da que expôs o então diretor para dispositivos móveis da Abinee, Luiz Claudio Carneiro. Segundo ele, as vendas só não foram maiores, em 2018, por conta do que ele chamou de “motivos conjunturais”. Para melhor explicar seu ponto de vista, Carneiro citou a liberação do FGTS ocorrida no ano anterior. De tal modo que, trocar de celular, deduziu ele, passou a ser a prioridade de vários desses trabalhadores com um dinheirinho a mais. Já quanto ao ano de 2018, centro desta matéria, destacariam-se, em contrapartida, fatores negativos, a exemplo da greve dos caminhoneiros e das eleições.

Sistemas econômicos

Os economistas geralmente reconhecem três tipos distintos de sistema econômico. Estas são economias de comando; economias de mercado e economias tradicionais. Cada um desses tipos de economias responde às três questões econômicas básicas (o que produzir, como produzi-lo, para quem produzi-lo) de maneiras diferentes.

Em uma economia de comando, o governo decide as respostas às três questões básicas. Ele decide o que será feito, como será feito e quem os receberá. Recentemente, as economias de comando puros geralmente são países comunistas. Bons exemplos hoje seriam a Coréia do Norte e a China.

Em uma economia de mercado, os consumidores decidem as respostas às três perguntas. Eles fazem isso por suas escolhas do que comprar. Ninguém diz às empresas o que fazer – elas fazem o que acham que vai vender. Se eles escolherem errado, eles saem do negócio. A maioria das economias desenvolvidas hoje são predominantemente economias de mercado. Os EUA, Japão e Alemanha são todas economias de mercado.

Em uma economia tradicional, as três perguntas são respondidas referindo-se à tradição – você faz o que sempre foi feito, da maneira como sempre foi feito, etc. Não existem realmente países cujas economias sejam tradicionais. O mais perto que você poderia chegar disso seria Afeganistão ou Butão – lugares onde há pouca conexão com a economia global.

O capitalismo é baseado na propriedade privada dos meios de produção e na liberdade econômica individual. A maioria dos meios de produção, como fábricas e empresas, é propriedade de particulares e não do governo. Proprietários privados tomam decisões sobre o que e quando produzir e quanto os produtos devem custar. Outras características do capitalismo incluem o seguinte:

Livre concorrência. A regra básica do capitalismo é que as pessoas devem competir livremente sem a interferência do governo ou de qualquer outra força externa. O capitalismo assume que a pessoa mais merecedora geralmente ganha. Em teoria, os preços serão mantidos os mais baixos possíveis, porque os consumidores buscarão o melhor produto com o mínimo de dinheiro.

Oferta e procura. Em um sistema capitalista, os preços são determinados por quantos produtos existem e quantas pessoas os desejam. Quando os suprimentos aumentam, os preços tendem a cair.

INOVAÇÃO SOCIAL E EMPREENDEDORISMO

Empreendedorismo social envolve a criação de novos produtos ou serviços para atender às necessidades sociais ou ambientais. Os produtos ou serviços são disponibilizados através de estruturas de mercado existentes. São empresas com um objetivo de melhoria social que são estruturadas para gerar lucro. Esse modelo de negócios cria valor compartilhado, o que significa que a organização gera simultaneamente benefícios financeiros e benefícios ambientais ou sociais.

A inovação social diz respeito à criação de novas estruturas sociais que permitam reformular questões de justiça, educação, proteção ambiental, sustentabilidade ou desenvolvimento comunitário, para que novas soluções possam ser apresentadas. Os inovadores sociais questionam as premissas sobre as quais as estruturas sociais existentes são construídas e reinventam sistemas e relações institucionais para provocar mudanças. A distinção entre empreendedorismo social e inovação social é fluida, e muitas vezes há sobreposição entre as duas abordagens de mudança.

A inovação social e o empreendedorismo social podem funcionar através de uma variedade de arquiteturas organizacionais para possibilitar a mudança. Podemos pensar em organizações como se estivessem em um espectro: em um extremo do espectro, existem entidades sem fins lucrativos que preenchem necessidades sociais e ambientais vitais por meio de abordagens tradicionais de caridade, contando com doações como sua principal fonte de financiamento. No outro extremo do espectro, estão as empresas com fins lucrativos que preenchem as necessidades dos clientes por meio de mecanismos baseados no mercado: vender o produto ou serviço pelo que o mercado suportará. Muitas empresas com fins lucrativos incorporam práticas sustentáveis ​​e socialmente responsáveis ​​em suas operações e cultura, mas ainda estão focadas principalmente no resultado financeiro. Entre esses dois extremos do espectro estão uma gama de arquiteturas organizacionais que atendem de maneira inovadora às necessidades sociais e ambientais, desenvolvendo novos produtos e serviços ou através de estruturas criativas para a entrega desses produtos e serviços. Esse espaço entre organizações tradicionais sem fins lucrativos e organizações tradicionais com fins lucrativos engloba inovadores sociais e empreendedores sociais.

O certificado de Dickinson em notícias, inovação social e empreendedorismo (SINE) é sobre mudança e criação de caminhos para mudanças lideradas por estudantes em nosso mundo. O colégio foi fundado com a premissa de educar líderes para nossa nova democracia quando o país estava engatinhando, e o colégio continua esta importante missão de educar líderes para o futuro.

A economia da goiabada

Éramos sete filhos, após o almoço, às vezes, havia goiabada, daquelas redondas que vinham em latas. A mãe então, com a ajuda de uma linha, dividia o doce em duas metades, depois, uma das metades cortava em três pedaços iguais, a outra, em quatro. Cada terça parte da primeira metade era dada aos três filhos homens e cada quarto da outra, para as filhas mulheres. O pai e a mãe não comiam do doce.

Nunca me esqueci desta divisão e até hoje lembro-me da linha, manejada com destreza, e das fatias sendo devoradas com satisfação. Também não percebia nenhuma injustiça e admirava os cálculos precisos da velha. Eu era um dos filhos homens, os tempos eram outros e ninguém atrevia-se a questionar os pais.

Basta uma olhadela na história da cultura ocidental e surgem as bases para o pensamento econômico moderno. O problema da economia sempre foi questão de sobrevivência e o animal humano o enfrentava como parte de um grupo, jamais individualmente. Isto também atestou Aristóteles, quando a economia fazia parte da grande filosofia, ao dizer que “é melhor que a propriedade seja privada…”, e concluía, “mas seu uso comum…”. Aristóteles acreditava que a natureza humana era má, contudo poderia ser domada com disciplina e persistência, criando certa disposição benevolente.

Demos um salto no tempo e já temos os doutores da Igreja Católica, institucionalizada e disseminada a partir de Roma, a dissertar sobre o dinheiro e suas relações com a justiça divina. Era uma época em que a verdade absoluta do conhecimento ruía, submetida ao crivo das primeiras universidades e diplomações. Séculos depois, os monstros lendários que habitavam os misteriosos oceanos seriam engolidos pelo Leviatã, de Thomas Hobbes, e os abismos onde terra e mar acabariam seriam desmitificados pela tecnologia da navegação. Tal como previra Aristóteles, o dinheiro passava, de mero meio de troca — afinal, ninguém come dinheiro — para objeto de obsessão e desejo, sendo ele um instrumento de lastro a “achatar” todas as coisas que podem ser trocadas com ele.

Com o expansionismo e o mercantilismo, um velho modelo de domínio ganhou relevo: o escravismo, força de trabalho barata e indispensável para o enriquecimento de nações, principalmente no velho mundo. Mais um salto no tempo e poderemos observar e uma constelação de pensadores a contribuir, cada qual com suas inclinações filosóficas, para o amálgama sofisticado das ciências econômicas modernas. De Adam Smith a Karl Marx, de John Lock a John M. Keynes, e a economia segue, após instrumentalizar-se com a matemática, até nossos dias, indissociável das ciências da informação. Algoritmos independentes e complexos, Big Data e dataísmo, talvez criem um novo conceito de economia e elevem a organização social do homem a um novo estágio evolutivo: a divisão da goiabada.

Realizada novamente em São Paulo, a Angus Beef Week promoverá concurso gastronômico

São Paulo sediará a partir de 15 de novembro de 2018 o evento Angus Beef Week, uma espécie de festival de gastronomia com foco no consumo de carne bovina. É a segunda vez que a capital paulista recebe tal celebração. Dentre os objetivos da semana, está a promoção da importância do produto de origem nacional, atentando sempre para a valorização da qualidade do que é comercializado, sobretudo em centros urbanos.

Um total de 16 restaurantes participarão da Angus Beef Week. Nos cardápios desses participantes constarão pratos elaborados a partir de cortes considerados especiais, preparados especificamente para a ocasião. Além disso, o local também terá a presença de boutiques de carnes, que atuarão distribuindo kits ao público. Nesse caso, dez empresas serão representadas, conforme informou uma matéria contida no Portal de Notícias Terra.

O evento alcançou grande sucesso em sua edição anterior, quando a cidade de São Paulo também foi adotada para tal. Como reflexo da repercussão positiva do Angus Beef Week de 2017, a organização do encontro optou por continuar sua realização no mesmo local. A empresa promotora é a Terraviva, que conta com uma parceria estabelecida com a Associação Brasileira de Angus.

Simultaneamente ao evento, ocorrerá uma das fases do InterCorte, um outro encontro de mesma natureza, mas com enfoque diferenciado sobre a cadeia produtiva de carnes no Brasil. Neste caso, contudo, este ocorrerá no espaço WTC, entre os dias 21 e 23 de novembro de 2018.

A comissão organizadora também conta com parcerias de algumas empresas. Dentre elas estão a Chimichurri Tradicíon, Minerva Angus, Santa Rita, Frigol, Frigorífico Silva, Estrela Alimentos, VPJ Angus Beef, etc. Assim sendo, além dos estabelecimentos citados outras empresas poderão fazer parte das apresentações, atuando como patrocinadoras ou apoiadoras de alguma das etapas.

A dinâmica do evento consiste na realização de diversas provas em que um dos pratos será escolhido como vencedor. Desse modo, entre cada uma das apresentações outras atrações serão exibidas no local, com o intuito de informarem os participantes acerca de dados sobre o segmento.

Dentre os critérios analisados pela comissão julgadora, tais como sabor, aroma, apresentação de cada um dos pratos. Em todas as etapas do concurso o público atuará para julgar a qualidade do que for servido.

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/noticias/dino/sao-paulo-recebe-a-2-edicao-da-angus-beef-week,235fa05572a8d51728f0511153f4e839x4p0irec.html

Produção agropecuária do país poderá somar R$ 563,5 bilhões para economia

O MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) divulgou em uma nova projeção que o VPB (Valor Bruto de Produção) da agropecuário poderá chegar a R$ 565,6 bilhões neste ano. Embora o número pareça muito, esse dado representa uma queda no setor de 2,5% em comparação com 2017. Em agosto, o MAPA havia projetado um valor bruto de produção em torno de R$ 563,5 bilhões até o final do ano.

De acordo com as notícias divulgadas pelo ministério, R$ 384,2 bilhões desse total projetado para o ano deverá ser adquirido por meio da agricultura, o que significa uma queda de 1,2% em relação ao ano passado. Já o setor de pecuária do país poderá proporcionar um total de R$ 181,3 bilhões para a economia brasileira. No entanto, essa contribuição será 5,1% menor do que a que foi observada em 2017. O ministério ainda avaliou que dentre os R$ 565,6 bilhões projetados para a economia agropecuária deste ano, 24,7% poderá ser proporcionado pela produção de soja do país.

Em se tratando de valores, essa queda observada no valor que deverá ser arrecadado no setor de agropecuária este ano, pode ser comparada com o que foi arrecadado em 2017, representando um total de R$ 10 bilhões. O maior impacto dessa queda significativa vem da carne suína. No entanto, todos os produtos que fazem parte do setor agropecuário do país poderão apresentar queda nos valores este ano. Além da carne suína, o leite, os ovos e a carne de frango também poderão apresentar quedas significativas em relação ao valor de mercado.

A queda em relação ao valor do que é produzido no campo será representada por produtos importantes, tais como a uva, laranja, cana-de-açúcar, arroz, feijão, mandioca e café. Nesse caso, a estimativa é de queda de 5,2% em comparação com o ano passado. Essa projeção de queda foi divulgada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).

De acordo com as projeções definidas pela Conab, os produtos que apresentaram mais queda em relação ao valor de produção no campo são: amendoim (-14,1%), arroz (-18%), banana (-8,7%), Batata-inglesa (-5,4%), cana-de-açúcar (-10,7%), feijão (-30,2%), mandioca (-17,8%), laranja (-19,4%), uva (-26,8%) e milho (-10,8%).

Novo empreendimento de Guilherme Paulus, em SP, será um hotel butique

Com o anúncio de um novo “hotel butique”, Guilherme Paulus está dando o que falar. Se é certo que, no segmento hoteleiro, ele certamente vira assunto, dados os atuais empreendimentos do seu grupo GJP, eis que será então, desta vez, manchete de jornal, com seu novo hotel de luxo, localizado na avenida Cidade Jardim, em São Paulo capital. Com essa ideia mais singular posta em prática, sendo que está prevista para ser lançada, provavelmente, entre os anos de 2020 e 2021, esse empresário, que é, além de dono do referido grupo referência em hotéis, também um dos maiores acionistas da igualmente célebre operadora de turismo CVC, acrescentará mais um marco à sua carreira: a criação de uma nova bandeira, uma nova marca de hotéis de luxo.

Ao que tudo indica, é essa a pretensão de Guilherme Paulus, com o tal “hotel butique”. E espera-se, com essa iniciativa de uma nova bandeira além das quatro já criadas pelo grupo (Wish, Prodigy, Linx e Saint Andrews), que siga-se a mesma tendência dos hotéis Emiliano, estes também de luxo. Afinal, seguindo essa referida linha, a bandeira recém-inaugurada viria a se estender pelo menos ao Rio de Janeiro, não limitando-se apenas ao Estado de São Paulo. Mas enquanto o mistério da bandeira escolhida não é resolvido, fiquemos com o que já foi divulgado e afirmado pelo próprio empresário Guilherme Paulus: o hóspede do hotel butique terá 65 apartamentos à sua disposição de escolher um deles. E se a fome bater, o que provavelmente ocorrerá, ele terá acesso a um formidável restaurante, contendo ainda, como bônus, um espaço para eventos. No mais, vale pontuar que o hotel possuirá rooftop também.

Outra questão que precisamos tratar é a da localização específica desse novo hotel de tipo butique, a qual já está, desde agora, precisamente definida, visto que Guilherme Paulus antecipou-se em comprar o imóvel para a realização desse empreendimento. Trata-se, portanto, de um conhecido prédio na avenida Cidade Jardim, como já dito, porém, mais especificamente, onde ficava a agência de publicidade de nome DPZ, tempos antes.

Contudo, como a entrega desse novo hotel de nova bandeira, ao que tudo indica, demorará cerca de dois a três anos para ocorrer, o leitor que quiser conhecer, desde aqui, a excelência dos serviços prestados pela GJP Hotels e Resorts, na qual Guilherme Paulus é presidente, tem à sua disposição, por enquanto, doze opções para hospedagem. Sim, dando tudo certo, o hotel butique será o décimo terceiro empreendimento do empresário nesse segmento mercadológico.

Podemos sugerir duas opções dentre esse total de doze, ambas situadas na mesma região: a Serra Gaúcha. Todavia, apesar de situarem-se os dois, inclusive, na cidade de Gramado, o Saint Andrews Gramado e o Wish Serrano Resort possuem diferenças notórias entre si: o primeiro, em forma de castelo, situa-se dentro de um condomínio particular, bem no centro da referida cidade, dispondo de 19 suítes, ao todo; o segundo, que é um resort, por sua vez, encontra-se às margens da célebre Avenida das Hortênsias, e oferece mais de 200 apartamentos para os seus hóspedes.

Confira como a chegada da Black Friday impulsiona a criação de empresas de tecnologia

Uma tradição que já dura 8 anos, a Black Friday costuma animar uma legião de consumidores em busca de preços baixos. Para que tamanha animação não resulte em frustração, algumas startups de tecnologia têm investido na segurança de clientes de lojas de comércio virtual. Se em comércios com sede física o risco de fraudes diversas é menor, nos que atuam pela internet a realidade pode gerar notícias negativas.

Conforme uma pesquisa realizada pelo site ReclameAqui, que como o próprio nome sugere consiste em um ambiente voltado ao recebimento de reclamações sobre empresas, diversas irregularidades costumam ser encontradas nesta data. A principal delas refere-se ao fato de muitas companhias praticarem aumentos mascarados de preços. Outro fato que chama a atenção no levantamento é o grande volume de fretes com valores mais altos do que o normal.

Com um total de 7,9 mil participantes, a pesquisa do reclame aqui também pode mensurar a quantidade de pessoas que compraram e não receberam os seus produtos, ou seja, foram enganados. Essa prática criminosa é uma das mais comuns na Black Friday, de forma que já se tornou um dos grandes temores verificados em consumidores de diversos tipos.

O ReclameAqui também se encarregou de entrevistar pessoas acerca de suas experiências na Black Friday de 2018. Neste caso, mais da metade dos participantes alegou não acreditar mais em descontos mirabolantes. Segundo eles, tratam-se de ofertas fantasiosas. Destes consumidores, 20,45% informaram que tiveram vários tipos de problemas envolvendo as compras desta ocasião.

Com base nas impressões de consumidores em todo o país, uma empresa resolveu atuar na verificação dos preços praticados. Trata-se da Promobit, que se baseia em uma plataforma onde são disponibilizados descontos de diversas naturezas. O funcionamento da startup se dá por meio de opiniões de clientes e compartilhamentos de informações relevantes ao assunto.

Criada no ano de 2014, a Promobit também oferece um serviço de curadoria de preços. Nos dias atuais a startup conta com um total de 560 mil membros, que se revezam quanto o compartilhamento de descontos reais, em uma espécie de ajuda mútua entre consumidores. Um de seus criadores, o empresário Fábio Carneiro, alega que a principal finalidade dos serviços que presta é ajudar as pessoas no momento das compras.

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/inovacoes-tecnologicas/os-caca-fraudes-startups-ajudam-consumidores-e-lojistas-a-fugir-de-golpes-na-black-friday,3670862ce86db60c0e78ad670200538cvfxmm4gb.html