Economia e empreendedorismo

Se você tem algum dinheiro que situa em uma conta de poupança que está ganhando um mísero 0,01%. Você tem planos de gastar esse dinheiro em um carro novo ou renovações em casa nos próximos anos. Você pode estar se perguntando como investir seu dinheiro no curto prazo para ganhar o maior interesse.

É conhecido como investimento de curto prazo e pode ser complexo. Por exemplo, se você colocar seu dinheiro nos mercados de ações, poderá perder tudo antes de realmente precisar. Quando você coloca o dinheiro em uma das contas de poupança tradicionais, ele basicamente não ganha nada. No entanto, existem muitas opções quando se trata dos melhores investimentos a curto prazo.

O que é um investimento de curto prazo? Não há definições oficiais quando se trata dos melhores investimentos de curto prazo. Além disso, também não há órgãos de governo que definam o que é investimento a longo e curto prazo.

No entanto, muitos especialistas sugerem que o investimento de curto prazo é o ato de investir o dinheiro que você pretende gastar em menos de cinco anos.

As razões por trás disso são menos de cinco anos, é que na maioria dos casos os mercados de ações não vão perder dinheiro em um período de 5 anos ou menos. No entanto, pode. Ao olhar para trás para as décadas de 1930 e 1940, houve períodos de 5 anos em que os mercados foram esmagados, com 1932 exibindo o pior ano. O período de 5 anos que terminou neste período sofreu uma queda significativa de 60,9%.

No entanto, isso é muito raro. Quando temos uma correção no mercado de ações ou significativa no mercado de ações, normalmente levamos um mínimo de 5 anos para as pessoas saírem. Claro, isso não é garantido. Poderíamos chegar ao mercado dos ursos, onde poderia demorar até 10 anos para ser retirado.

De qualquer forma, a maioria dos especialistas sugere que 5 anos é onde você deve desenhar sua linha e movimentar a economia. No entanto, isso se resume a preferências pessoais e você pode querer desenhar sua linha de maneira menos ou mais conservadora. Aqui estão algumas informações importantes que esperamos ajudá-lo a tomar uma decisão melhor para os melhores investimentos de curto prazo.

O que é automação de marketing?

Até 2023, o investimento em tecnologia de automação de marketing quase dobrará de onde está agora. A adoção da tecnologia de automação está aumentando a uma taxa absolutamente surpreendente.

A automação de marketing refere-se ao software que permite automatizar atividades e operacionalizar as comunicações com o objetivo de gerenciar as tarefas repetitivas e demoradas.

Neste artigo, você aprenderá sobre o valor da automação de marketing, mitos comuns associados a ele, benefícios tangíveis, perguntas freqüentes (e as respostas) e como escolher a melhor ferramenta de automação para as necessidades de sua equipe.

O que é automação de marketing?

A automação de marketing é um software poderoso que ajuda a mecanizar os processos de marketing. Os departamentos de marketing usam software de automação para reduzir ou até mesmo eliminar tarefas repetitivas, incluindo:

Criação manual de campanhas de email

Coordenação de mensagens SMS

Divulgação de posts de mídia social

Conteúdo do widget do site

Colocação de anúncios on-line

Gerenciamento e análise de dados

Como a maioria das tecnologias, a automação de marketing está em constante evolução. Quando alavancado com sucesso, ajuda a impulsionar as transações e gerar mais receita.

As plataformas de automação de marketing funcionam como mais do que simples ferramentas de suporte e mudam o papel dos profissionais de marketing simplificando as tarefas tediosas do dia-a-dia, para que mais tempo possa ser gasto na condução da estratégia.

Por que a automação de marketing é tão importante?

As empresas que usam a automação de marketing veem mais tráfego na Web, mais compradores e estimulam maior retenção e lealdade.

Juntamente com as notícias e os mecanismos de personalização, a automação de marketing envolve clientes em potencial e clientes por meio de conteúdo altamente relevante que, por sua vez, os converte em clientes fiéis.

Ao simplificar esse processo, você pode criar conexões personalizadas, um a um, com um número aparentemente infinito de clientes, em grande escala.

Antes de entrarmos nos detalhes, vamos primeiro ver algumas das principais estatísticas relacionadas à automação de marketing.

O crescimento contínuo e a evolução da automação de marketing tornaram as equipes de comércio eletrônico inegociáveis.

No entanto, ainda existem algumas empresas que ainda precisam adotar a automação devido a alguns mitos em torno da ideia.

Veja quais os planos da parceria entre a Chery e CAOA, empresa fundada por Carlos Alberto de Oliveira Andrade

Em 2019 pode se esperar muito da parceria entre a CAOA, empresa fundada por Carlos Alberto de Oliveira Andrade e a montadora chinesa Chery. Juntas, planejam dar uma reviravolta nas operações nas operações. Para isso vão apresentar modelos inéditos no país como o Tiggo 7, um sofisticado SUV, além de uma grande expansão no número de concessionárias. Confira!

CAOA Chery

A Chery chegou ao Brasil em 2009 com planos de internacionalizar a marca, fabricar veículos fora do país de origem e adentrar em novos mercados. Pouco depois, em 2014 já havia inaugurado a fábrica de Jacareí(interior de São Paulo). Com investimentos iniciais que giraram em torno dos U$ 400 milhões, a unidade responde pela produção de alguns dos clássicos da marca como o Celer, o QQ e recentemente o crossover Tiggo 2x.

Entretanto a empresa queria mais para o Brasil e decidiu firmar a parceria que começou a pouco mais de um ano com a CAOA. A partir daí toda a operação da chinesa passou a ser comandada pelo grupo empresarial idealizado por Carlos Alberto de Oliveira Andrade, inclusive a fabricação de veículos. Dava início uma estratégia ousada, marcada por lançamentos futuros em segmentos muito

disputados no país.

Recentemente anunciaram a produção e venda do sedã Arrizo 5 e do SUV Tiggo 5x, ambos marcam a renovação da empresa em pontos como estilo, equipamento e motorização. Os modelos vão estrear o motor 1.5. Também chegará por aqui o Tiggo 7 e Tiggo 8, esse com capacidade para 7 passageiros.

Com essa proposta agressiva de ingressar com mais de um modelo para os segmentos de SUVs e sedãs as empresas mostram o nível de ousadia da parceria e como ela pode balançar o mercado.

Quem é Carlos Alberto de Oliveira Andrade

É o dr. CAOA, um empresário de 74 anos que na década de 70 largou a medicina para se dedicar aos negócios do setor automotivo. Tudo começou em 1979 quando ele comprou um Ford Landau que não foi entregue por causa da falência da loja. Foi então que decidiu comprar a empresa e passar a vender carros.

Parecia loucura, mas as coisas foram muito bem e em pouco mais de cinco anos depois Carlos Alberto de Oliveira Andrade já era o principal revendedor dos veículos Ford do país. Com o tempo vieram novas oportunidades como a importação dos veículos Renault e Hyundai.

O plano mais ousado foi a construção da fábrica de Anápolis (GO), finalizada em 2007. Tudo com recursos próprios. Na unidade são produzidos os automóveis da marca coreana Hyundai, que reconheceu o esforço de Andrade. Em 2012 ele foi eleito o “Distribuidor do Ano”, prêmio em que competia com outros 178 revendedores de todo mundo.

Além desta premiação, Carlos Alberto de Oliveira Andrade também  conquistou o título de Executivo do Ano, concedido pela revista Auto Esporte. Mesmo longe do comando direto do grupo CAOA, o executivo permanece à frente do conselho administrativo da empresa CAOA, mantendo-se sempre informado quanto as decisões e projetos.

GIRL POWER: Indicações de séries feministas maravilhosas para você

O movimento feminista – que luta pela igualdade política e social entre homens e mulheres – tem ganhado cada vez mais espaço na mídia e nos meios de comunicação, além de ter se difundido de maneira categórica nas redes sociais. Pensando nisso, resolvemos listar séries, documentários e filmes que contam com mulheres reais, que passam por inúmeras situações do cotidiano com as quais nos reconhecemos e que contém um discurso feminista.

O documentário ‘She’s Beautiful When She’s Angry’, é um dos melhores do gênero, pois retrata a história do movimento feminista nos Estados Unidos na década de 60. Além disso, o documentário perpassa por manifestações e a ida das ruas de inúmeras mulheres, que, infelizmente, retratam em seus relatos e notícias alguns problemas enfrentados até hoje.

Já a série ‘What happened Miss Simone?’retrata a história de Nina Simone. Mulher; negra e que colecionai úmeros títulos: pianista, cantora, compositora e ativista pelos direitos civis dos negros.

Uma das principais indicações é a série ‘Girl boss’ – embora algumas pessoas ainda não gostem – que conta a história de Sophia Amoruso em sua busca ‘por si mesma’ em uma crise de existência aos vinte e poucos anos. Nesta busca, Sophia acaba criando a Nasty Gal e se tornando uma das empreendedoras de maior sucesso nos Estados Unidos.

O filme ‘Frida’ retrata a vida da pintora Frida Kahlo, um dos ícones feministas e uma mulher extremamente forte. Além de ser um dos principais nomes da histórica artística do México; e aclamada como pintora. O filme retrata desde a sua vida pessoal; seu acidente; sua vida profissional; os conflitos com seu marido, o também pintor Diego Rivera, e seus casos amorosos.

Já o recente filme ‘As Sufragistas’ retrata o início do século XX, em que as mulheres haviam passado anos lutando pelo direito ao voto de maneira pacífica, decidem tomar uma ação e militar de uma maneira diferente; quebrando vidraças e explodindo caixas de correio, para assim, chamar atenção a causa.

O filme ‘Malala’ retrata a vida da jovem feminista paquistanesa e ganhadora do prêmio Nobel da paz, Malala Yousafzai, um dos símbolos pelos direitos pelas garotas e o direito à educação antes e principalmente depois de ter sido caçada e atacada por um atirador talibã como parte da violenta oposição da organização à educação das garotas no Vale do Swat, no Paquistão.

Como ser saudável?

Para manter os cabelos e a pele sempre lindas existem alguns truques; tratamentos e rotinas maravilhosas. Porém, algumas pessoas esquecem de um fator muito importante para o bem estar; uma boa saúde e beleza: a alimentação.

Mesmo com todos os tratamentos, uma boa alimentação é imprescindível para a saúde e para a beleza. Porém com o dia-a-dia correndo, mas principalmente, com o pouco dinheiro que nos sobra depois de pagar as contas, é difícil se manter em uma dieta e em uma alimentação regrada.

Entretanto, especialistas e consultores afirmam que manter uma alimentação saudável pode ser mais fácil do que parece. E tudo começa por mudanças nos hábitos. Por exemplo, quando você vai a um supermercado, você tem de se planejar, para assim, não ir comprando tudo por impulso e assim acabar comprando inúmeras coisas que farão só você gastar mais e ganhar algumas calorias a mais. Por isso, quando for ao supermercado, faça uma lista com o que precisa; pesquise os preços, afinal, economizar é o foco; evite alimentos enlatados e industrializados de uma manei geral. Só assim você já economizará bastante e terá uma alimentação melhor.

Uma outra opção é deixar os alimentos prontos e frescos. Até mesmo os temperos, como o orégano; pimenta e manjericão frescos são mais baratos e ainda são mais saudáveis, então priorize os alimentos frescos e siga a risca aquele ditado ‘Descasque mais e desembale menos’. Porém, é preciso lembrar que não basta compra inúmeros alimentos e não usar não é? Por isso, nos fins de semana se programe para pensar no que você comerá durante a semana e assim, picar, lavar e deixar congelado (caso seja necessário) tudo o que você precisar. Assim, você se organizará mais e quando a preguiça ‘bater’ durante a semana, já estará tudo pronto e assim, você não cairá na tentação de comer besteiras.

Além disso, de prioridade a lanches naturais durante o intervalo das refeições. Na hora do lanche normalmente comemos bolachas e ou salgadinhos, e normalmente, o que queremos mesmo nessa hora é mastigar, por isso, priorize snacks saudáveis, como cenoura, bolachas integrais ou outros relacionados.

Fabricantes de celulares venderam menos, em 2018, mas lucraram mais

Normalmente, quando se fala, nas notícias, que as vendas caíram em um determinado setor mercadológico, o que se espera, como complemento, ou melhor, como consequência imediata, é uma proporcional queda na receita dos envolvidos nesse setor em questão. No entanto, o nosso mercado de celulares apresentou uma tendência avessa a essa lógica esperada: apesar do encolhimento em questão de volume, durante o ano de 2018, a receita cresceu. Sim, incrivelmente, com os dados da consultoria IDC, percebemos que menos celulares foram vendidos e, ainda assim, maior foi o lucro das empresas envolvidas. E são dados confiáveis, vale pontuar, tendo sido divulgados ainda no dia 7 de dezembro, pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Não paremos por aí, pois precisamos especificar: Foi exposta uma previsão, por parte deles, de que seriam vendidos, até o último dia do ano, 44,9 milhões de aparelhos, em média. Deste modo, com tal cálculo feito, e frente aos 47,7 milhões de aparelhos vendidos durante o ano anterior, 2017, notou-se então uma queda de 6%.

Afinal de contas, o que fez a lógica se inverter? Esta é a questão! Pois saiba que o segredo está no aumento do valor geral desses dispositivos… simplesmente isso! E não é, de fato, muito difícil deduzir o porquê, já que os celulares da atualidade têm ganhado mais e mais recursos que os encarecem, sejam as câmeras, sejam as memórias. Nesse processo, talvez sem muita percepção por parte dos consumidores, a receita dos fabricantes foi ampliada em 4%.

Teses sobre o contexto foram surgindo, a exemplo da que expôs o então diretor para dispositivos móveis da Abinee, Luiz Claudio Carneiro. Segundo ele, as vendas só não foram maiores, em 2018, por conta do que ele chamou de “motivos conjunturais”. Para melhor explicar seu ponto de vista, Carneiro citou a liberação do FGTS ocorrida no ano anterior. De tal modo que, trocar de celular, deduziu ele, passou a ser a prioridade de vários desses trabalhadores com um dinheirinho a mais. Já quanto ao ano de 2018, centro desta matéria, destacariam-se, em contrapartida, fatores negativos, a exemplo da greve dos caminhoneiros e das eleições.

Sistemas econômicos

Os economistas geralmente reconhecem três tipos distintos de sistema econômico. Estas são economias de comando; economias de mercado e economias tradicionais. Cada um desses tipos de economias responde às três questões econômicas básicas (o que produzir, como produzi-lo, para quem produzi-lo) de maneiras diferentes.

Em uma economia de comando, o governo decide as respostas às três questões básicas. Ele decide o que será feito, como será feito e quem os receberá. Recentemente, as economias de comando puros geralmente são países comunistas. Bons exemplos hoje seriam a Coréia do Norte e a China.

Em uma economia de mercado, os consumidores decidem as respostas às três perguntas. Eles fazem isso por suas escolhas do que comprar. Ninguém diz às empresas o que fazer – elas fazem o que acham que vai vender. Se eles escolherem errado, eles saem do negócio. A maioria das economias desenvolvidas hoje são predominantemente economias de mercado. Os EUA, Japão e Alemanha são todas economias de mercado.

Em uma economia tradicional, as três perguntas são respondidas referindo-se à tradição – você faz o que sempre foi feito, da maneira como sempre foi feito, etc. Não existem realmente países cujas economias sejam tradicionais. O mais perto que você poderia chegar disso seria Afeganistão ou Butão – lugares onde há pouca conexão com a economia global.

O capitalismo é baseado na propriedade privada dos meios de produção e na liberdade econômica individual. A maioria dos meios de produção, como fábricas e empresas, é propriedade de particulares e não do governo. Proprietários privados tomam decisões sobre o que e quando produzir e quanto os produtos devem custar. Outras características do capitalismo incluem o seguinte:

Livre concorrência. A regra básica do capitalismo é que as pessoas devem competir livremente sem a interferência do governo ou de qualquer outra força externa. O capitalismo assume que a pessoa mais merecedora geralmente ganha. Em teoria, os preços serão mantidos os mais baixos possíveis, porque os consumidores buscarão o melhor produto com o mínimo de dinheiro.

Oferta e procura. Em um sistema capitalista, os preços são determinados por quantos produtos existem e quantas pessoas os desejam. Quando os suprimentos aumentam, os preços tendem a cair.

INOVAÇÃO SOCIAL E EMPREENDEDORISMO

Empreendedorismo social envolve a criação de novos produtos ou serviços para atender às necessidades sociais ou ambientais. Os produtos ou serviços são disponibilizados através de estruturas de mercado existentes. São empresas com um objetivo de melhoria social que são estruturadas para gerar lucro. Esse modelo de negócios cria valor compartilhado, o que significa que a organização gera simultaneamente benefícios financeiros e benefícios ambientais ou sociais.

A inovação social diz respeito à criação de novas estruturas sociais que permitam reformular questões de justiça, educação, proteção ambiental, sustentabilidade ou desenvolvimento comunitário, para que novas soluções possam ser apresentadas. Os inovadores sociais questionam as premissas sobre as quais as estruturas sociais existentes são construídas e reinventam sistemas e relações institucionais para provocar mudanças. A distinção entre empreendedorismo social e inovação social é fluida, e muitas vezes há sobreposição entre as duas abordagens de mudança.

A inovação social e o empreendedorismo social podem funcionar através de uma variedade de arquiteturas organizacionais para possibilitar a mudança. Podemos pensar em organizações como se estivessem em um espectro: em um extremo do espectro, existem entidades sem fins lucrativos que preenchem necessidades sociais e ambientais vitais por meio de abordagens tradicionais de caridade, contando com doações como sua principal fonte de financiamento. No outro extremo do espectro, estão as empresas com fins lucrativos que preenchem as necessidades dos clientes por meio de mecanismos baseados no mercado: vender o produto ou serviço pelo que o mercado suportará. Muitas empresas com fins lucrativos incorporam práticas sustentáveis ​​e socialmente responsáveis ​​em suas operações e cultura, mas ainda estão focadas principalmente no resultado financeiro. Entre esses dois extremos do espectro estão uma gama de arquiteturas organizacionais que atendem de maneira inovadora às necessidades sociais e ambientais, desenvolvendo novos produtos e serviços ou através de estruturas criativas para a entrega desses produtos e serviços. Esse espaço entre organizações tradicionais sem fins lucrativos e organizações tradicionais com fins lucrativos engloba inovadores sociais e empreendedores sociais.

O certificado de Dickinson em notícias, inovação social e empreendedorismo (SINE) é sobre mudança e criação de caminhos para mudanças lideradas por estudantes em nosso mundo. O colégio foi fundado com a premissa de educar líderes para nossa nova democracia quando o país estava engatinhando, e o colégio continua esta importante missão de educar líderes para o futuro.

A economia da goiabada

Éramos sete filhos, após o almoço, às vezes, havia goiabada, daquelas redondas que vinham em latas. A mãe então, com a ajuda de uma linha, dividia o doce em duas metades, depois, uma das metades cortava em três pedaços iguais, a outra, em quatro. Cada terça parte da primeira metade era dada aos três filhos homens e cada quarto da outra, para as filhas mulheres. O pai e a mãe não comiam do doce.

Nunca me esqueci desta divisão e até hoje lembro-me da linha, manejada com destreza, e das fatias sendo devoradas com satisfação. Também não percebia nenhuma injustiça e admirava os cálculos precisos da velha. Eu era um dos filhos homens, os tempos eram outros e ninguém atrevia-se a questionar os pais.

Basta uma olhadela na história da cultura ocidental e surgem as bases para o pensamento econômico moderno. O problema da economia sempre foi questão de sobrevivência e o animal humano o enfrentava como parte de um grupo, jamais individualmente. Isto também atestou Aristóteles, quando a economia fazia parte da grande filosofia, ao dizer que “é melhor que a propriedade seja privada…”, e concluía, “mas seu uso comum…”. Aristóteles acreditava que a natureza humana era má, contudo poderia ser domada com disciplina e persistência, criando certa disposição benevolente.

Demos um salto no tempo e já temos os doutores da Igreja Católica, institucionalizada e disseminada a partir de Roma, a dissertar sobre o dinheiro e suas relações com a justiça divina. Era uma época em que a verdade absoluta do conhecimento ruía, submetida ao crivo das primeiras universidades e diplomações. Séculos depois, os monstros lendários que habitavam os misteriosos oceanos seriam engolidos pelo Leviatã, de Thomas Hobbes, e os abismos onde terra e mar acabariam seriam desmitificados pela tecnologia da navegação. Tal como previra Aristóteles, o dinheiro passava, de mero meio de troca — afinal, ninguém come dinheiro — para objeto de obsessão e desejo, sendo ele um instrumento de lastro a “achatar” todas as coisas que podem ser trocadas com ele.

Com o expansionismo e o mercantilismo, um velho modelo de domínio ganhou relevo: o escravismo, força de trabalho barata e indispensável para o enriquecimento de nações, principalmente no velho mundo. Mais um salto no tempo e poderemos observar e uma constelação de pensadores a contribuir, cada qual com suas inclinações filosóficas, para o amálgama sofisticado das ciências econômicas modernas. De Adam Smith a Karl Marx, de John Lock a John M. Keynes, e a economia segue, após instrumentalizar-se com a matemática, até nossos dias, indissociável das ciências da informação. Algoritmos independentes e complexos, Big Data e dataísmo, talvez criem um novo conceito de economia e elevem a organização social do homem a um novo estágio evolutivo: a divisão da goiabada.

Realizada novamente em São Paulo, a Angus Beef Week promoverá concurso gastronômico

São Paulo sediará a partir de 15 de novembro de 2018 o evento Angus Beef Week, uma espécie de festival de gastronomia com foco no consumo de carne bovina. É a segunda vez que a capital paulista recebe tal celebração. Dentre os objetivos da semana, está a promoção da importância do produto de origem nacional, atentando sempre para a valorização da qualidade do que é comercializado, sobretudo em centros urbanos.

Um total de 16 restaurantes participarão da Angus Beef Week. Nos cardápios desses participantes constarão pratos elaborados a partir de cortes considerados especiais, preparados especificamente para a ocasião. Além disso, o local também terá a presença de boutiques de carnes, que atuarão distribuindo kits ao público. Nesse caso, dez empresas serão representadas, conforme informou uma matéria contida no Portal de Notícias Terra.

O evento alcançou grande sucesso em sua edição anterior, quando a cidade de São Paulo também foi adotada para tal. Como reflexo da repercussão positiva do Angus Beef Week de 2017, a organização do encontro optou por continuar sua realização no mesmo local. A empresa promotora é a Terraviva, que conta com uma parceria estabelecida com a Associação Brasileira de Angus.

Simultaneamente ao evento, ocorrerá uma das fases do InterCorte, um outro encontro de mesma natureza, mas com enfoque diferenciado sobre a cadeia produtiva de carnes no Brasil. Neste caso, contudo, este ocorrerá no espaço WTC, entre os dias 21 e 23 de novembro de 2018.

A comissão organizadora também conta com parcerias de algumas empresas. Dentre elas estão a Chimichurri Tradicíon, Minerva Angus, Santa Rita, Frigol, Frigorífico Silva, Estrela Alimentos, VPJ Angus Beef, etc. Assim sendo, além dos estabelecimentos citados outras empresas poderão fazer parte das apresentações, atuando como patrocinadoras ou apoiadoras de alguma das etapas.

A dinâmica do evento consiste na realização de diversas provas em que um dos pratos será escolhido como vencedor. Desse modo, entre cada uma das apresentações outras atrações serão exibidas no local, com o intuito de informarem os participantes acerca de dados sobre o segmento.

Dentre os critérios analisados pela comissão julgadora, tais como sabor, aroma, apresentação de cada um dos pratos. Em todas as etapas do concurso o público atuará para julgar a qualidade do que for servido.

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/noticias/dino/sao-paulo-recebe-a-2-edicao-da-angus-beef-week,235fa05572a8d51728f0511153f4e839x4p0irec.html