Estudo revela que os celulares contêm mais bactérias do que banheiros públicos

 

Os aparelhos celulares são os mais sujos e contêm mais bactérias do que uma descarga de banheiro público, revela um estudo feito na Inglaterra. Os cuidados com a higiene devem ser, portanto redobrados.

O que poderia ser mais sujo do que solas de sapato, tênis, calçadas e tampas de privada de banheiros públicos? O seu celular. Uma pesquisa feita na Inglaterra descobriu que os aparelhos celulares têm até 18 vezes mais micro-organismos causadores de doenças do que as tampas e descargas de banheiros públicos.

O infectologista do Hospital Emilio Ribas, alerta que um dos hábitos mais perigosos é usar o celular durante as refeições. “Quando você utiliza o celular durante as refeições, nesse momento você estabelece um contato direto de levar a mão toda hora, pode levar muitas bactérias que causam diarreias ou algumas infecções de pele, ou até vírus que causam infecções respiratórias”, diz o infectologista do Hospital Emilio Ribas, Ralcyon Teixeira.

Lavar sempre as mãos e procurar produtos bactericidas para limpar o aparelho celular, são as melhores maneiras de evitar as doenças. “Os celulares que têm aquela película de proteção, até podem ser usados o álcool gel em uma pequena quantidade para que não manche o material do aparelho celular. Mas o ideal é que se compre produtos de limpeza específicos para a limpeza de produtos eletrônicos e que não causam danos à saúde”, diz Ralcyon.

Em casos de aparelhos como os tabletes, aparelhos de telefone fixo dentro da residência e aparelhos de interfone, o ideal é que se faça uma pratica de limpeza com a utilização de produtos bactericidas ao menos uma vez por mês. Os aparelhos de telefone que são públicos, também são grandes proliferadores de bactérias. Muitas pessoas têm contato com esses aparelhos durante o dia, isso contribui para o enriquecimento de culturas de bactérias nesses aparelhos.

Caso você tenha o hábito de utilizar aparelhos de telefone público, o ideal é que você tenha em sua bolsa ou mochila, um álcool gel e panos descartáveis para fazer uma limpeza antes de você começar a utilizar este aparelho. Sempre após a utilização deste aparelho, é importante que a pessoa lave as mãos antes de fazer qualquer outra coisa, principalmente se a pessoa for comer.

Pesquisa revela que quem dorme mal aumenta até 3 cm na cintura

Resultado de imagem para dormir mal aumenta até 3 cm na cintura

Quem pensa que os problemas da noite mal dormida se restringe apenas ao cansaço, está enganado. Dormir mal pode causar uma série de problemas a saúde, transtornos mentais, inclusive o Alzheimer. Esse péssimo hábito também foi associado a algumas coisas diferentes, como tornar pessoas menos atraentes, ou deixar as pessoas mais propensas a ter mau caráter. No entanto, a mais recente descoberta diz que dormir mal também interfere no peso da pessoa somando alguns quilos a mais.

Com isso, a preocupação cai em cima dos brasileiros, que segundo estimativas feitas pela OMS – Organização Mundial da Saúde, 40% dos brasileiros têm dificuldades para dormir, e consequentemente uma péssima qualidade de sono. Esse problema somado ao ganho de peso e ao surgimento de doenças metabólicas, causam um enorme problema de saúde pública.

A sugestão dos pesquisadores da Universidade de Leeds, localizada no Reino Unido, foi de que dormir pouco ou dormir mal, contribui para o ganho de circunferência abdominal. Quando eles falam em dormir pouco, eles se referem a seis horas de sono, um pouco a menos que a média recomendada de oito horas de sono por dia. Sendo assim, a conclusão dos pesquisadores é de que dormir seis horas por noite, é o suficiente para causar o aumento no tamanho da cintura.

Para que os pesquisadores pudessem chegar a esses resultados, eles monitoraram um grupo de pessoas com 1.615 adultos saudáveis, analisando os seus hábitos diários de sono e a alimentação que cada um comia. Outros fatores também foram analisados pelos pesquisadores, como pressão sanguínea, índices de colesterol, glicemia, circunferência abdominal e o controle da tireoide de cada participante.

A conclusão do estudo revelou que os voluntários que dormiam menos, apenas seis horas por dia, tinham até 3 cm a mais de circunferência abdominal do que as pessoas que dormiam de oito a nove horas. Além disso, as horas a menos de sono contribuíram para reduzir os níveis do HDL no sangue, um tipo de colesterol que é extremamente importante para o funcionamento de todo o organismo. Essa diminuição implica em problemas de circulação, podendo ocasionar diversas doenças cardíacas como a arteriosclerose, que é o entupimento das artérias, pois o HDL tem função de limpar os cristais no sangue e transportá-los para o fígado.

No entanto, não houve uma ligação direta com os períodos menores de sono com uma dieta ruim. Os pesquisadores ficaram surpresos com esse fato, pois todo mundo sabe que fatores como esses geralmente tem ligação. Mas pesquisas relacionadas ao assunto, já relacionaram as noites mal dormidas com péssimas escolhas para a alimentação. Segundo algumas pesquisas, quem dorme menos tende a se alimentar mal, escolhendo alimentos com baixos valores nutricionais e ricos em calorias. Agora com o aumento na circunferência abdominal, vale a pena ir dormir mais cedo e acordar mais tarde.

Brasil pode estar indo na contramão – enquanto o país privatiza, outros locais do mundo querem a reestatização, destaca Felipe Montoro Jens

Enquanto o Brasil investe em Parcerias Público-Privadas (PPPs) para minimizar ao máximo as consequências da falta de investimentos públicos, em especial no sistema de saneamento, outros países do mundo correm em direção contrária. É o que aponta um mapeamento feito por onze organizações majoritariamente europeias, publicado no dia 23 de junho, destaca o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Segundo o estudo, a tendência mundial caminha para iniciativas capazes de devolver a gestão do tratamento e fornecimento de água ao setor público. Ele detalha experiências de cidades que recorreram a privatizações de seus sistemas de água e saneamento nas últimas décadas, mas decidiram voltar atrás. Felipe Montoro Jens salienta que alguns lugares levantados pela pesquisa são: Berlim, Paris, Budapeste, Bamako (Mali), Buenos Aires, Maputo (Moçambique) e La Paz.

O levantamento ainda revelou que, depois da entrada do século XXI, foram registrados 267 casos de “remunicipalização” – ou reestatização – de sistemas de água e esgoto. No ano 2.000, só se conheciam três casos, ressalta o especialista Felipe Montoro Jens.

A reversão da situação vem sendo impulsionada por um conjunto de problemas reincidentes. Alguns exemplos disso são os serviços inflacionados, ineficientes e com investimentos insuficientes, é o que afirma uma das autoras do mapeamento e coordenadora para políticas públicas alternativas no centro de pesquisas com sede na Holanda, o Instituto Transnacional (TNI), Satoko Kishimoto.

Kishimoto explica que “Em geral, observamos que as cidades estão voltando atrás porque constatam que as privatizações ou Parcerias Público-Privadas acarretam tarifas muito altas, não cumprem promessas feitas inicialmente e operam com falta de transparência, entre uma série de problemas que vimos caso a caso”.

Mas, aqui, no Brasil, existem incentivos para promover a concessão dos sistemas de água e esgoto para a iniciativa privada.  Felipe Montoro Jens cita o exemplo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que, no final de 2016, lançou um edital visando à privatização de empresas estatais, a concessão de serviços ou a criação de PPPs. Segundo o BNDES, na ocasião, 18 Estados brasileiros – do Acre à Santa Catarina – haviam decidido por aderir ao programa de concessão de suas companhias de água e esgoto.

O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a se posicionar pela privatização, seguindo uma das condições impostas pelo governo federal para “o pacote de socorro” à crise financeira do estado: a venda da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae). Em fevereiro, a privatização da Cedae foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) e o Estado carioca ganhou um ano para definir como será feita a privatização, reporta Felipe Montoro Jens.

Recentemente, em junho, um acordo com o BNDES para realizar estudos de modelagem foi assinado pelo governador do Rio, Luiz Fernando Pezão.

 

Cientistas acreditam que a obesidade poderá ser curada em breve

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A obesidade pode deixar de ser um problema para muitas pessoas, é o que promete uma nova invenção da ciência. No entanto, os pesquisadores ainda afirmam que o antídoto não tem como objetivo incentivar que as pessoas comam o quanto quiserem sem se preocuparem.

A descoberta de pesquisadores australianos da Universidade de Monash, foi possível através de uma análise feita no cérebro sobre a insulina que é administrada no corpo. A insulina, é um hormônio muito importante que é sintetizado pelo pâncreas, que por sua fez metaboliza os açúcares presentes no sangue, e administra o seu gasto calórico. Dessa forma, os cientistas conseguiram chegar na exata mecânica que o cérebro possui e que é capaz de estimular o acumulo de gorduras.

Segundo as informações relatadas pelos cientistas, as células adiposas marrons e brancas, são fundamentais nesse entendimento. De uma forma bem simples, toda a gordura do nosso corpo fica armazenada em células que tem o funcionamento específico para isso, elas são chamadas de células adiposas, ou ainda de adipícitos. No entanto, as células adiposas nem sempre são prejudiciais à saúde.

A gordura marrom, ou os adipócitos marrons, são um tipo de gordura boa e fundamental para o nosso corpo. Além dela ser importante para toda a manutenção do corpo, a gordura marrom também é responsável pela queima de calorias, ou seja, ela ajuda no processo de emagrecimento. Ela também é importante para a produção de calor do corpo, uma caraterística bastante comum entre os mamíferos recém-nascidos.

Essa gordura está presente em várias regiões do corpo, como: nuca, órgãos, coluna vertebral e ombros. Para entender melhor o quanto ela é benéfica, diversos estudos já comprovaram que a gordura marrom contribuiu para o emagrecimento. Os resultados desses estudos revelaram que quem tinha mais células adiposas marrons, possuía maior facilidade em perder peso.

Já no caso da gordura branca, ou dos adipócitos brancos, ela deve ser uma grande preocupação para as pessoas. Isso porque ela é considerada o tipo ruim de gordura, que causa uma série de problemas a saúde, inclusive a obesidade. Essa gordura costuma se acumular em regiões como o abdômen e o quadril, na maioria das vezes por causa de uma alimentação ruim ou pela falta de exercícios físicos.

No entanto, a gordura branca também tem funções importantes para o nosso corpo, como amortecer fortes impactos ou choques mecânicos. Mas ela tem seu lado negativo e já é a principal culpada em causar doenças cardíacas e outros problemas na circulação sanguínea.

O doutor Garron Dodd, e também líder da pesquisa, disse: “O que nossos estudos demonstraram é que existe um mecanismo fundamental que garante que o gasto de energia seja combinado ao consumo. Por um longo tempo, o porquê isso ocorre foi a peça faltando no quebra-cabeça. Mas nós mostramos não apenas porque isso acontece, mas também o mecanismo envolvido. É muito emocionante”.

 

O que é apendicite?

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A apendicite não tem uma causa clara, mas certas situações usuais levam a sua inflamação, como a obstrução por gordura, fezes e a infecção gastrointestinal.

Nos dois casos que levam a inflamação, existe uma bactéria presente no apêndice que começa a se multiplicar, causando um inchaço que começa a gerar pus na maioria dos casos. Caso as inflamações não sejam tratadas, pode acontecer o rompimento do apêndice.

O principal fator de risco se resume a idade, qualquer um pode desenvolver, mas a apendicite ocorre frequentemente em pessoas de 10 a 30 anos. Entretanto não existem outros fatores considerados de risco.

Um dos sintomas que caracteriza esta enfermidade é a dor abdominal, que pode variar de acordo com a pessoa, sua idade, hábitos e a posição do apêndice inflamado.

O primeiro sinal que a pessoa pode estar com apendicite é uma dor no abdômen, próxima ao umbigo, que começa fraca, mas vai aumentando conforme o tempo.

Com o aumento da inflamação, que pode variar de 12 a 18 horas, a dor costuma ir para uma região acima do apêndice, para baixo e a direita conhecido como ponto de McBurney.

Outros sintomas comuns da enfermidade são: náusea, vômito, pouco apetite e uma febre moderada. Com a piora do quadro começam a surgir: calafrios, constipação, diarreia e tremores, além da piora dos sintomas citados anteriormente.

Nos casos em que o apêndice se rompe, a dor desaparece em um primeiro momento, dando uma falsa sensação de melhora, mas os sintomas começam a se intensificar, principalmente a dor, em momentos que a pessoa se locomove ou tosse.

É necessário procurar um médico (principalmente se os sintomas persistirem por mais de 12 horas) e relatar os sintomas, a intensidade da dor e sua posição.

O diagnóstico é feito através da descrição, do exame físico e de exames laboratoriais (sangue, urina e Raio-X) e em casos específicos, exames adicionais.

Como outras enfermidades também causam dores abdominais, além dos sintomas citados, o diagnostico é dificultado, principalmente pelo intervalo entre as dores no apêndice em si.

O tratamento consiste em uma cirurgia chamada de apendicectomia,onde o apêndice é removido. O órgão não é substituído e a sua retirada não traz complicações futuras para o paciente, já que ele não tem uma utilidade conhecida no corpo.

Quando o apêndice é removido antes do rompimento, A pessoa fica bem logo após a cirurgia, mas quando acontece o rompimento, a recuperação é mais lenta e podem haver complicações, por isso é necessário permanecer no hospital em observação por um período maior.

Quando não tratado, o paciente pode adquirir complicações como: Peritonite, inflamação na cavidade abdominal, o acúmulo de pus no abdômen e conexões anormais entre órgãos abdominais ou entre eles e a pele.

Não existe uma forma especifica de prevenção, já que todos possuem apêndice e ele se inflama de uma maneira natural em alguns organismos, por isso é necessário que ao sentir qualquer dos sintomas citados, ou mudanças no corpo, procure um médico.

O que é constipação intestinal?

O “intestino preso” ou prisão de ventre, a Constipação intestinal, é um distúrbio corriqueiro que tem como característica a dificuldade de defecar. É importante salientar que não há uma classificação para a assiduidade de ir defecar, mas a frequência correta vai de três a doze vezes por semana.

O quadro passa a ser considerado prisão de ventre a partir do momento em que acontecem menos de duas evacuações na semana ou quando o esforço para evacuar é muito grande e com pouca produtividade.

Comumente as pessoa afirmam não conseguir defecar em ambientes desconhecidos, ou quando estão fora da rotina ou estressadas, situações estas que não costumam durar um longo período, já que logo que o individuo retorna as suas atividades rotineiras a constipação desaparece.

A constipação é frequente em mulheres, em fases como a gravidez, nos idosos e em crianças.

As principais causas de prisão de ventre tendem a ser: dietas que contenham poucas fibras, ingestão rasa de líquidos e frutas, sedentarismo e a ingestão de proteína animal. Além do consumo de alimentos com muita gordura, ou industrializados. Outra situação que acomete o funcionamento dos intestinos é não evacuar no momento em que a vontade vem e segurar, situação que as mulheres passam muitas vezes, por isso a constipação é tão comum nesse sexo.

O “intestino preso” é relacionado a enfermidades que acometem o cólon e o reto, como hemorróidas, fissuras anais e o câncer colorretal. E também pode surgir pelo uso de alguns remédios e por alterações do mesmo no metabolismo.

Algumas alterações mentais também levam a prisão de ventre, como o estresse, a depressão e a ansiedade.

Os sintomas podem variar de acordo com a pessoa e do grau da crise, mas os mais comuns são: quantidade menor de evacuações, dificuldade para defecar (ressecamento), sensação de intestino cheio, desconforto, inchaço abdominal, mal-estar, gases e distúrbios digestivos.

Para realizar o diagnóstico é aconselhável levantar o histórico médico paciente e realizar alguns exames. Exames laboratoriais como o hemograma e exames de imagem (que detectam sangue nas fezes) e a colonoscopia são de suma importância para conhecer os motivos do distúrbio e realizar um diagnóstico certeiro.

É necessário salientar que a prisão de ventre é um sintoma e não uma enfermidade, por isso realizar um tratamento adequado é essencial para corrigir as causas deste distúrbio. Ao mudar os hábitos do dia-a-dia, com uma maior ingestão de fibras, frutas, suplementos com fibra e realizando exercícios diárias, além da ingestão frequente de água, já é possível sentir uma melhora nos sintomas, impedindo novas crises.

Em alguns casos pode ser necessário o uso de supositórios e de lavagens intestinais para ajudar na defecação, mas é necessário alertar que com supervisão médica, seguindo a risco o que é indicado.

As principais recomendações para estes casos é ir ao banheiro sempre que tiver vontade, evitar o álcool, já que desidrata as fezes, controlar o estresse e a ansiedade, e ao notar qualquer mudança nas fezes procure por um médico, com isso evitar problemas maiores.